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Universitária é morta em Cariacica pelo marido que estava no regime semiaberto

Publicado em 30/03/2026 às 21h56
Thaís Ellen Barbosa de Oliveira, de 23 anos, foi morta pelo marido que estava de
Thaís Ellen Barbosa de Oliveira, de 23 anos, foi morta pelo marido Crédito: Reprodução/Arquivo de família

A estudante de Direito Thaís Ellen Barbosa de Oliveira, de 23 anos, foi morta a facadas pelo marido, um detento que estava no regime semiaberto. O crime aconteceu na tarde de segunda-feira (30), no bairro Itaquari, em Cariacica. Foi a prima dele quem acionou a polícia após o suspeito, identificado como Tiago Machado Paixão,  ir até a casa da avó, levando o filho de 3 anos. Diante dos parentes, Tiago confessou que havia matado a mulher e depois fugiu do local, deixando a criança. 

Segundo familiares, Thaís morava com o filho na casa onde foi assassinada. Na manhã de segunda, ela teria enviado mensagens ao companheiro comunicando o fim definitivo do relacionamento. A família acredita que essa pode ter sido a principal motivação do crime.

"Eu havia conversado com ela pela manhã, ela tinha demonstrado querer pôr fim a esse relacionamento e, infelizmente, acabou resultando nesse fim trágico, revelou Thiago Santos Andrade, que é primo de Thaís e advogado da família.

Ainda segundo Thiago, Thaís cursava o terceiro período de Direito e tinha muitos planos para o futuro. "Thais era uma pessoa maravilhosa, gostava bastante de viver a vida. Estava vivendo uma nova fase da vida, estudante de Direito no 3º período, agora estagiária, com filhinho de três anos. Estava se dedicando de corpo e alma à graduação em Direito, tinha excelentes notas. Mais um feminicídio nessa quinzena que se soma a esssa estatística perversa", desabafou o primo.

Familiares de Thaís estiveram no Departamento Médico Legal, ainda na noite de segunda, para fazer a liberação do corpo. O suspeito do feminicídio tinha passagens na polícia por tráfico. Atualmente Tiago Machado Paixão trabalhava em uma empresa de artefatos de concreto na Serra e depois do expediente vontava ao presídio. Mais detalhes sobre o caso foram solicitados às polícias Militar, Civil e também à Secretaria de Estado da Justiça.

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