Casal mata vizinho com facadas e pedradas após discussão em Ibatiba
Um homem de 49 anos, identificado como José Roberto dos Anjos, foi morto a facadas e pedradas após uma discussão com um casal de vizinhos no bairro Boa Esperança, em Ibatiba, na Região do Caparaó do Espírito Santo, na noite de quinta-feira (19). O crime aconteceu ao lado da delegacia do município, que estava fechada. >
Quando a Polícia Militar (PM) chegou ao local, encontrou a vítima já sem vida. Em seguida, os militares foram até a casa onde estaria a principal suspeita do crime. Irani Fernandes Ferreira da Silva, de 37 anos, confessou ter esfaqueado José Roberto e informou que a faca utilizada estava escondida na residência. O objeto foi localizado e apreendido.>
Uma testemunha relatou aos policiais que viu José Roberto, conhecido como “Baiano”, ofender Irani e o marido dela. Após a discussão, o casal saiu de casa armado — ela com uma faca e ele com uma pedra. Segundo o relato, a mulher atingiu o vizinho com golpes de faca e retornou para casa. Pouco depois, saiu novamente e desferiu novos golpes, enquanto o marido golpeava a cabeça da vítima com pedradas. O corpo do homem foi encaminhado à Seção Regional de Medicina Legal, também em Venda Nova do Imigrante.>
O homem apontado como coautor não foi localizado até o momento. Outra testemunha confirmou a versão apresentada e afirmou ter registrado imagens do crime. Ainda de acordo com a PM, a suspeita contou que, antes do homicídio, pediu para que o irmão buscasse seus filhos, pois já planejava matar o vizinho. Ela foi encaminhada para a Delegacia de Venda Nova do Imigrante.>
A Polícia Civil disse que Irani foi autuada em flagrante por homicídio qualificado, cometido por motivo fútil e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, e encaminhada ao sistema prisional. A corporação destacou que a população pode contribuir com informações de forma anônima através do Disque-Denúncia 181 (telefone ou site) ou pelo WhatsApp, por meio do número (27) 99253-8181. >
A reportagem de A Gazeta tenta localizar a defesa da mulher presa. O espaço segue em aberto para manifestação.>