Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Mundo
  • Trump oferece levantar sanções se Maduro deixar poder
Governo

Trump oferece levantar sanções se Maduro deixar poder

A oferta representa uma mudança na política dos EUA, que fracassaram em suas tentativas de afastar Maduro do poder

Publicado em 01 de Abril de 2020 às 07:48

Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 abr 2020 às 07:48
Trump diz querer encontrar delator que detonou processo de impeachment
Donald Trump Crédito: Reprodução/Twitter @realdonaldtrump
O governo de Donald Trump ofereceu ontem levantar as sanções contra a Venezuela se oposição e chavistas formarem um governo interino, sem a participação do presidente, Nicolás Maduro e do dissidente Juan Guaidó. 
Com a Venezuela afetada pelos baixos preços do petróleo, a pandemia do corona vírus e a pressão dos EUA, Trump mudou de tática para promover eleições livres até o final do ano e encerrar a crise. O secretário de Estado, Mike Pompeo, anunciou ontem formalmente a "proposta de transição democrática" para a Venezuela como um primeiro passo para o fim das sanções americanas, até mesmo sobre o vital setor petrolífero, se Maduro e seus aliados cooperarem.
No entanto, não será um trabalho fácil conduzir Maduro e seus associados para a reconciliação com Guaidó, reconhecido pelos EUA e mais de 50 países como presidente interino da Venezuela. Maduro tem se mantido no poder, apesar dos repetidos esforços dos EUA para afastá-lo do cargo, e não demonstrou nenhuma disposição de negociar o fim de seu regime.
Por meio de seu chanceler, Jorge Arreaza, Maduro classificou a sugestão dos americanos de "aberração". "A Venezuela é um país livre, soberano, independente e democrático que não aceita, nem aceitará jamais tutela alguma de nenhum governo estrangeiro", disse Arreaza.
A iniciativa americana foi divulgada menos de uma semana após o Departamento de Justiça dos EUA indiciar Maduro e mais de uma dúzia de atuais e ex-funcionários do governo chavista pela acusação de narcoterrorismo, que o líder venezuelano qualificou de "falsa". O governo americano ainda anunciou uma recompensa de US$ 15 milhões para quem fornecer informações que levem à captura de Maduro.
O presidente venezuelano, no entanto, ainda tem o apoio dos militares, assim como de Rússia, China e Cuba. Mesmo assim, o governo de Trump espera que a guerra energética, entre a Rússia e a Arábia Saudita, que contribuiu para a queda do preço do petróleo - principal fonte de divisas da Venezuela - e a crescente ameaça da pandemia ajudem a tornar Maduro e seus seguidores mais maleáveis a uma saída negociada.
De acordo com a proposta americana, a Assembleia Nacional, controlada pela oposição, "elegeria um governo de transição inclusivo e aceitável para as grandes facções". Um conselho de Estado governaria até a realização de eleições, que seriam realizadas dentro de 6 a 12 meses. O representante especial dos EUA para a Venezuela, Elliott Abrams, disse que a proposta não prevê um exílio de Maduro e não proíbe o líder bolivariano de participar das eleições - ele não poderá participar do governo provisório. (Com agências internacionais)

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
ES alcança maior atividade econômica do país em maio, aponta Banco Central
Enivaldo cumprimenta Ricardo Ferraço no dia da posse dele como governador (02/04/2026)
Crise da vice: Enivaldo defende Vidigal com Ricardo e manda recado à federação
Evandro Luiz Sartori, de 41 anos, foi encontrado morto em Vila Palestina, Cariacica
Motoboy é assassinado com tiros na cabeça e no peito em Cariacica

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados