Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Mundo
  • EUA classificam de 'farsa' a eleição venezuelana e iranianos monitoram votação
Política

EUA classificam de 'farsa' a eleição venezuelana e iranianos monitoram votação

União Europeia rejeita resultados e os chanceleres do bloco dizem que buscarão 'o máximo de consenso' com a oposição sobre o que fazer após o dia 5 de janeiro, quando a nova Assembleia toma posse

Publicado em 06 de Dezembro de 2020 às 23:05

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 dez 2020 às 23:05
O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, fala com a imprensa após votar durante as eleições parlamentares, em Caracas
O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, fala com a imprensa após votar nas eleições parlamentares, em Caracas Crédito: REUTERS/Fausto Torrealba
Na falta de observadores da União Europeia e da Organização dos Estados Americanos (OEA), a eleição deste domingo, 6, na Venezuela teve a participação de monitores iranianos. Mojtaba Zonnour foi o chefe de uma delegação parlamentar do Irã, convidada por Nicolás Maduro, para atestar a transparência dos resultados.
"O objetivo é desmontar as acusações e o ambiente de guerra psicológica criado pelos americanos na Venezuela", disse Zonnour.
Na outra ponta do espectro político, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que a eleição de hoje foi "uma farsa". "A fraude eleitoral já foi cometida na Venezuela. Os resultados anunciados pelo regime ilegítimo de Maduro não refletirão a vontade do povo venezuelano. O que está acontecendo é uma fraude e uma farsa, não uma escolha", escreveu Pompeo no Twitter.
A União Europeia também rejeitou os resultados. Os chanceleres do bloco disseram hoje que buscarão "o máximo de consenso" com a oposição e países da região sobre o que fazer após o dia 5 de janeiro, quando a nova Assembleia toma posse.
A eleição, disputada por cerca de 14 mil candidatos de mais de 100 partidos, vem com o país em profunda crise - sufocado pela inflação crescente, falta de abastecimento de água e gás, e afligido por cortes repentinos de energia.
A vitória daria ao governante Partido Socialista de Maduro o controle de uma Assembleia Nacional, com 227 assentos - a única instituição que não está em suas mãos.
A participação inicial foi baixa, porém, com muitas seções eleitorais em Caracas vazias ou com poucos eleitores.
A Venezuela também foi fortemente atingida pela pandemia da covid-19, e os eleitores foram obrigados a usar máscaras e fazer o distanciamento social dentro dos locais de votação. (Com agências internacionais)
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Dilma Bolada com Dilma Rousseff
"Dilma Bolada" começou com fake sobre N. S. Aparecida, indica monitor da campanha de Flávio
Imagem de destaque
'O homem que vendeu drogas letais à minha filha para que ela tirasse a própria vida deveria apodrecer no inferno'
Imagem de destaque
As 'melhores cidades' do mundo em 2026 — e por que elas se destacam

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados