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Desvalorização na venda está ligada à conservação do imóvel

A transformação de quartos em lofts é um dos erros cometidos por donos de empreendimentos, que costuma atrapalhar o negócio

Publicado em 17 de Dezembro de 2020 às 18:44

Redação de A Gazeta

Publicado em 

17 dez 2020 às 18:44
Personalização pode prejudicar na hora de vender o imóvel
Personalização pode prejudicar na hora de vender o imóvel Crédito: Freepik
Ao decidir vender um imóvel é importante cuidar da manutenção de todos os cômodos e das infiltrações para evitar contratempos. Especialistas indicam que a falta de zelo dos donos, dívidas e a falta de atualização dos documentos interferem diretamente na desvalorização do empreendimento. Além disso, é importante apostar em cores neutras na decoração, que costuma agradar mais as pessoas.
De acordo com o arquiteto e urbanista Heliomar Venâncio, conselheiro do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Espírito Santo (CAU/ES), a localização é o principal fator de valorização ou desvalorização de um imóvel. "Uma residência dentro de um condomínio, por exemplo, com regras rígidas, alturas de construção, tipologia construtiva, sai mais cara comparada a uma casa situada em uma rua que não conta com a fiscalização efetiva municipal desses itens", aponta.
O profissional indica que o chamado "puxadinho" deixa a casa com baixa qualidade arquitetônica e insalubre. A abertura de um bar ao lado do imóvel também interfere para que o valor despenque. "A conservação do imóvel é importante, ainda que nem todos os consumidores coloquem esse item em primeiro plano, pois, em geral, os imóveis colocados à venda recebem uma pintura que mascara o seu aspecto", acrescenta Heliomar.
Para Marco Terra, diretor comercial da M Terra Imóveis, de Vitória, a posição, o endereço e o barulho na rua podem interferir na desvalorização de um apartamento. "A presença de favelas pode depreciar também. Além disso, a desconfiguração do imóvel, por meio da transformação de quartos em lofts, por exemplo, também pode prejudicar a venda posteriormente", comenta.

MAIS CONFORTO

Os consumidores de alto poder aquisitivo geralmente optam por imóveis mais amplos que não tenham apenas mais metros quadrados, mas que incluam tecnologias que melhorem a qualidade de vida no dia a dia. De modo geral, a manutenção, a modernidade e a segurança dos prédios também são levadas em consideração.
"Além de procurarem unidades com vagas de garagem, os compradores também analisam o posicionamento do sol. Os empreendimentos que pegam só o sol da manhã e possuem boa ventilação são mais valorizados. Unidades situadas em andares mais altos, com vistas abertas e bonitas, são bastante visadas e proporcionam sentimento de privacidade. São itens diferenciais", acrescenta Marco Terra.

PERSONALIZAÇÃO  ATRAPALHA

Segundo Heliomar, a decoração antiga ou muito customizada pode interferir no processo de venda. "A personalização do imóvel, tanto antiga quanto no estilo contemporâneo, agrada a públicos específicos. Ter um imóvel muito caracterizado pode ser um risco para o vendedor. Vale adotar um estilo neutro para ter maior público interessado no imóvel", garante.

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