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Sexo

"Viagra feminino": veja como age o remédio para a libido em mulheres

A sexualidade feminina é mais complexa do que a masculina e envolve vários fatores que influenciam no desejo sexual

Publicado em 07 de Julho de 2024 às 12:00

Publicado em 

07 jul 2024 às 12:00
Sirleide Stinguel

Colunista

Sirleide Stinguel

Viagra feminino
Viagra feminino, medicamento para a libido Crédito: Shutterstock
Quem nunca passou por um momento de queda de libido e desejou ter um remédio para esse fim? Assim como tomar um remédio para dor de cabeça, enjoo. Mas e se você está com falta de desejo... cadê o remédio? No caso dos homens, na falta de desejo ou dificuldade erétil do homem sabemos de um famoso 'azulzinho', mas para as mulheres o privilégio não é o mesmo. O tema de hoje é um desejo e a pergunta recorrente em minhas redes sociais e consultório: Existe remédio para libido?
A resposta é: sim! E para me ajudar com esse assunto convidei a médica ginecologista Thaissa Tinoco, que nos explica a ação dos medicamentos existentes hoje no mercado e como usá-los. Segundo a ginecologista, existe uma diferença na ação medicamentosa em homens e mulheres.
“O Viagra masculino age aumentando o fluxo sanguíneo no pênis e, assim, causando ereção. Já o Viagra feminino não tem uma ação local, ele age no sistema nervoso central e para ter um aumento no desejo sexual precisa ser de uso prolongado. Não é imediato como o do homem”, explica.
Isso nos faz entender o sucesso de um e o dissabor do outro, mas não significa que não haja tratamento. Afinal de contas, o desejo sexual hipoativo é uma disfunção sexual. O fato de a medicação ser diferente para homens e mulheres se dá também ao fato da libido feminina ser multifatorial (é influenciada por muitos fatores). Além disso, o desejo sexual é diferente também para homens e mulheres, com questões hormonais que influenciam, como climatério e menopausa. E, assim, o tratamento para a mulher vai envolver a pesquisa desses fatores que estão em desordem, acompanhamento físico e psicológico para esse fim.
O lado bom é que abriu-se um espaço para a discussão da sexualidade feminina em consultórios médicos e psicológicos com a amplitude da visão em torno da libido, de que não é só fisiológica, não é só relacionamento e não é só interferência emocional. Há histórias pregressas e tabus envolvidos.
As pessoas hoje querem um caminho mais fácil para resolução de problemas e isso inclui o remédio, mas lembramos que ele é uma das ferramentas para um tratamento e não o tratamento em si. O tratamento para a libido inclui disposição e desejo de querer resolver a questão. Busque ajuda profissional, a sexualidade é um fator importante para a saúde e qualidade de vida.

Sirleide Stinguel

Sirleide Stinguel é especialista em sexualidade humana, pós graduada em terapia sexual na saúde e educação. Graduanda em Psicologia.

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