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Saiba quem é o médico apontado como novo affair de Reynaldo Gianecchini

Internautas viram semelhanças nas fotos postadas por Wadih Vilela e Gianecchini em um quarto de hotel
Redação de A Gazeta

Publicado em 29 de Novembro de 2022 às 16:55

O médico Wadih Vilela é apontado como novo affair de Reynaldo Gianecchini
O médico Wadih Vilela é apontado como novo affair de Reynaldo Gianecchini Crédito: Instagram/@wadihvilela
Os rumores sobre um possível affair entre Reynaldo Gianecchini, de 50 anos, e o médico Wadih Vilela, de 33, ganharam força na web após ambos postarem uma foto - ainda que separados - no mesmo quarto de hotel no último fim de semana. O local em questão fica em Pinhais, no Paraná, onde Giane está gravando um filme com Grazi Massafera.
Os detalhes da foto chamaram atenção dos internautas, como a mesa de cabeceira, a posição das garrafas de água, os sapatos e até um carregador de celular. A desconfiança ficou ainda maior quando diversos fãs afirmaram que viram o rosto do ator em um objeto espelhado na foto postada por Wadih.
Reynaldo Gianecchini e mister do MS postam fotos no mesmo quarto de hotel no PR
Reynaldo Gianecchini e mister do MS postam fotos no mesmo quarto de hotel no PR Crédito: Instagram/@reynaldogianecchini/@wadihvilela
Afinal, o que faz? O que come? Como vive Wadih Vilela? Brincadeiras à parte, o médico é especialista em medicina de emergência e trabalha no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), de Três Lagos, onde mora há cinco anos. Além de ser servidor público, o suposto affair de Gianecchini também trabalha como modelo e inclusive participou do concurso Mister Nacional 2022, representando o estado do Mato Grosso do Sul.
Em setembro deste ano, o ator comentou sobre sua sexualidade durante o podcast "Flow Podcast". Gianecchini falou sobre os padrões impostos pela sociedade e ressaltou a coragem de "sair de uma gaveta". Segundo ele, o Brasil é um país de pessoas "reprimidas".
"Você tem que olhar sua sexualidade com uma lupa. As pessoas tratam isso como um 'oba, oba', na brincadeira, como 'Olha a cabeleira do Zezé, será que ele é?'... E não é isso. Existem muitas nuances e pouca gente fluida na sua sexualidade. Acho que a gente é um país de pessoas reprimidas. Quem quiser concordar comigo ou não, mas na minha percepção, eu acho isso. Acho que isso é um grande problema da humanidade você ser reprimido. Tudo que reprime aqui, a conta lá na frente vem, de uma forma distorcida, e não tão fluida", afirmou.

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