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Polêmica

Juliano Cazarré cria 'encontro de homens' e é criticado por famosos

Elisa Lucinda diz que vai 'na contramão dos avanços', e Marjorie Estiano rebate 'discurso que mata'
Agência FolhaPress

Publicado em 23 de Abril de 2026 às 11:37

Juliano Cazarré cria 'encontro de homens' e é criticado por famosos
Juliano Cazarré cria 'encontro de homens' e é criticado por famosos Globo/ Fábio Rocha
Com o intuito de reunir homens "que assumam seu papel", o ator Juliano Cazarré, 45, usou as redes sociais para anunciar o lançamento de um evento para o público masculino que, assim como ele, não tem medo de se expor.
Porém, a publicação tem recebido uma série de críticas de colegas atores que já trabalharam com Cazarré na Globo. Na postagem, o ator diz que "O Farol e a Forja" é "o maior encontro de homens do Brasil" e vai acontecer em julho, em São Paulo.
Conservador e católico, Cazarré afirma que o encontro surge de uma "recusa em ficar calado" diante do que chama de enfraquecimento dos homens. Na legenda, descreve o evento como sendo importante para recuperar "homens perdidos em uma sociedade que os enfraquece e que paga um preço alto por isso".
Artistas usaram a página para criticar Juliano Cazarré. Dentre eles, Marjorie Estiano, que citou "um discurso que já é ampla e profundamente difundido e que mata mulheres todos os dias".
A atriz Claudia Abreu lembrou que o Brasil é um país com recorde de feminicídios. Elisa Lucinda rebateu a publicação e disse que Cazarré vai "na contramão dos avanços do mundo".
"Desculpa, meu colega Cazarré, mas não me parece razoável tamanho atraso no seu pensar. Jesus era de esquerda. Multiplicação dos peixes nunca foi coisa de direita. O bolsa família parece mais com planos de Jesus. Já assinar embaixo as loucuras do Trump, por exemplo, me parece coisa dos romanos que mataram Jesus. Acho essa iniciativa da Forja aí um grande e preocupante delírio", opinou.
Paulo Betti concordou com ela e ainda chamou Cazarré de convencido. "É tanto convencimento que ele se refere a si na terceira pessoa, como se fosse uma entidade."
Letícia Isnard, que com ele contracenou em "Avenida Brasil" (Globo, 2012), pediu orações, enquanto Julia Lemmertz pontuou: "Que Deus tenha piedade dessa nação."
Recentemente, Juliano Cazarré disse ter ficado marcado por não ficar em cima do muro e também por não seguir a linha progressista.
"Política, eu evito falar. Se você for pegar lá no meu Instagram, vai ver que tem muito pouco nos últimos anos. Mas eu fiquei marcado por ser uma pessoa que não é de esquerda", afirmou.
"É uma posição que pouquíssimos atores têm coragem de dizer, embora eu conheça vários que também não são, mas ficam na moita por medo da repercussão negativa, do cancelamento, de perder publicidade."

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