As sisters Ana Paula Renault e Marciele Albuquerque tiveram um momento de fair play durante a festa de quarta-feira (4) no BBB 26 (Globo). Apesar de jogarem em lados opostos, ambas conversaram sobre a admiração mútua que existe entre elas.
Na pista de dança, as duas comentaram que não concordam com quem aborda assuntos externos dentro do reality, como bandeiras políticas ou menções a familiares. Elas ainda brincaram, afirmando que o papo não significa que irá existir uma amizade entre as duas dentro da casa.
Ana Paula revelou que acha a paraense um ícone em sua região, por conta de seu trabalho no Festival de Parintins. Ela deixou claro que respeita Marciele e sua arte. A sister, por sua vez, afirmou que, fora da casa, é engajada com movimentos sociais e admira os posicionamentos da rival.
"Uma coisa é o jogo dentro daqui, outra coisa é nossa vida lá fora. É aqui que conta. Eu jamais irei atacar sua arte ou o que você é lá fora", ressaltou Ana Paula, que foi respaldada por Marciele.
A cunhã-poranga do Boi Caprichoso ainda disse que entende as reações de Ana Paula quando outros participantes mencionam o pai da mineira e afirmou que, se fosse com ela, agiria ainda pior. "A partir do momento que alguém toca no nome [da minha família], eu viro um animal", declarou.
Pouco depois da conversa entre ambas, Marciele passou mal e foi levada para o confessionário para atendimento médico. Sua amiga, Jordana, pensou que a sister poderia ter bebido demais, mas Gabriela afirmou que a causa do mal estar foi emocional.
Na festa, Ana Paula se mostrou preocupada e falou com Jordana, pedindo atualizações do estado de Marciele. "Deu uma crise mesmo. Cabeça da gente é horrível. Se já não estava bem, e o Breno volta, o cérebro entra em curto e fica mal", concluiu a mineira.
Mais cedo, antes da volta de Breno e Juliano Floss à casa após o paredão falso, a loira também teve um momento de vulnerabilidade. Em papo com Milena, Ana Paula chorou ao desabafar sobre o jogo e a estratégia de adversários em trazerem assuntos externos para atacá-la.
"Ninguém tem o mínimo de coerência e na hora que o 'trem' aperta ainda apelam para 'hate' de fora. Não querem jogar comigo aqui, não? Querem apelar mesmo?", comentou.