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Mundo animal

Pet e folia: dicas e cuidados para curtir o carnaval com o mascote

Veterinária orienta ter atenção com os animais na hora da folia para garantir a diversão tanto do pet quanto do tutor
Daniela Salgado

Publicado em 18 de Fevereiro de 2023 às 07:00

A Shih-Tzu e DogModel Mel, de 5 anos
A Shih-Tzu e DogModel Mel, de 5 anos Crédito: Arquivo Pessoal/Cleide Monteiro
O Carnaval já começou! E se você acha que essa é uma festa onde apenas humanos se divertem, está muito enganado. A folia de Momo tem espaço para todos, inclusive para os pets. Entretanto, é bom reforçar: alguns cuidados são essenciais e indispensáveis na hora de tirar o mascotinho de casa para brincar nos bloquinhos.
A dona de casa Cleide Monteiro é tutora da Mel (@potinhodemelvv), uma Shih-Tzu de 5 anos, e vai levá-la para "pular" o Carnaval em um bloquinho destinado para os pets. Apesar da Mel ser uma DogModel (isso mesmo que você leu!) e estar acostumada a frequentar eventos destinados à sua categoria, Cleide reforçou que toma alguns cuidados de praxe nesses momentos especiais.
A Shih-Tzu e DogModel Mel, de 5 anos
A Shih-Tzu e DogModel Mel, de 5 anos Crédito: Arquivo Pessoal/Cleide Monteiro
Carnaval também é sinônimo de fantasia. Contudo, quando se fala de pets, essas fantasias precisam ser específicas para prezar o conforto do animal. "Na maioria das vezes, eu encomendo e peço para fazer sob medida. A preocupação é que a roupa, desde o tecido, seja confortável e nada a incomode", explica Cleide – que gosta de pesquisar e escolher o tema do look da Mel e deixa a produção responsável pela loja Mar de Ideias Pet.
As roupas dos mascotes carregam uma fofura fora do normal para quem ama esse universo. No entanto, a tutora pontua que: "as roupinhas são somente para o momento das fotos e do desfile", ou seja, assim que a ocasião acabar, é recomendável que o responsável do pet tire a fantasia e o deixe confortável para aproveitar o resto da folia.
A Shih-Tzu e DogModel Mel, de 5 anos
A Shih-Tzu e DogModel Mel, de 5 anos Crédito: Arquivo Pessoal/Cleide Monteiro
Além de se atentar nas fantasias, é importante ficar atento a temperatura do local onde a festa se encontra e aos requisitos básicos, como hidratação e alimentação. A veterinária Amanda Novaes Barbosa Fadini, da Lifepet, explica que os tutores devem proteger as patinhas do asfalto e calçadão quentes, além de evitar a exposição excessiva do pet a luz solar. "Prefira sair em horários de menos sol e dê preferência a lugares com grama e sombra", diz.
Confira outras dicas dadas pela veterinária a fim de preparar o pet para a folia:

01

Som do local

Que os animais possuem uma audição mais desenvolvida que a dos humanos, todos sabem. Os bichanos conseguem escutar o mesmo som a uma distância quatro vezes maior do que o ser humano pode escutar. Imagina esse cenário em um bloco? É necessário ficar atento. "A música alta pode ser prejudicial ao pet, principalmente se o pet não é acostumado. Isto pode deixá-lo estressado e em casos extremos pode deixá-lo agressivo ou desorientado", explica Amanda.

02

Lugar da folia

Para aqueles tutores mais animados, é necessário prestar atenção na localidade da folia. De acordo com a veterinária, "bloquinhos com muita gente ou festas noturnas podem apresentar diversos perigos: o pet pode fugir e se perder, pisar ou comer algum objeto estranho que está no chão, ser pisoteado e ficar estressado com a quantidade de pessoas". Ou seja, na melhor das hipóteses: fuja desse tipo de local se não acostumou seu mascote dessa forma.

03

Coleira ideal

A escolha da coleira deve ser certeira nesses momentos, para proteger tanto o cão, quanto as pessoas ao redor. "Há vários modelos, como: peitoral, coleira tradicional e até focinheira. Vale ressaltar que alguns cães devem usar a focinheira obrigatoriamente, como: Pitbull, Bull Terrier, American Staffordshire, Pastor Alemão, Rotweiller, Fila, Doberman e outros", pontua Amanda.

04

Fantasias e tinturas

Como dito anteriormente, preze por fantasias com tecidos leves e que não atrapalhem a mobilidade do animal. No mais, cuidado com as tintas: não é porque algumas pessoas acham bonito que é o correto a ser feito. “Não é indicado pintar ou tingir o pelo do animal. Isso pode provocar diversas reações alérgicas e problemas de pele em seu pet”, alerta Fadini.

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