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Cultura

Cine.Ema chega à 8ª edição trazendo filmes gratuitos pela internet; veja a lista

Festival exibe 15 filmes que abordam temas ambientais. Até dia 25, público poderá votar no melhor curta da Mostra Competitiva
Redação de A Gazeta

Publicado em 15 de Setembro de 2022 às 07:00

Cena do curta-metragem capixaba
Cena do curta-metragem capixaba "Lavra" Crédito: Victorhugo Passabon Amorim
Uma das principais mostras audiovisuais do país voltadas para debater o meio ambiente, o Cine.Ema acontece até o dia 25 deste mês. Ao todo, 15 curtas-metragens terão exibição gratuita e on-line.
O Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo, que chega a sua 8ª edição, está dividida em duas seções:  a Mostra Infantil Cine.Eminha, com 4 títulos, e Mostra Competitiva Cine.Ema, com 11 projetos que disputam o voto popular até o dia 25 deste mês. As mostras ficam disponíveis gratuitamente até 12 de outubro no site do festival. (CONFIRA A LISTA COMPLETA DE FILMES NO FIM DA MATÉRIA)
Para votar, basta acessar o site, assistir aos filmes e clicar para escolher o melhor filme. Só é permitido um voto por CPF. 
Para conhecer mais sobre os curtas e poder trocar uma ideia com os realizadores, a mostra promove nesta quinta (15) um bate-papo on-line, com transmissão pelo YouTube.
Estarão presentes realizadores da Mostra Competitiva, com mediação da realizadora capixaba Sáskia Sá.

8ª EDIÇÃO DO FESTIVAL CINE.EMA 

  • O QUE É: Exibição de 15 filmes, em curta-metragem, que versam sobre meio ambiente e preservação ambiental. 
  • ATÉ QUANDO:  Os filmes ficam disponíveis gratuitamente até 12 de outubro no site do festival
  • VOTAÇÃO: Até o dia 25, o público pode votar no melhor filme da Mostra Competitiva Cine.Ema

FILME DA MOSTRA COMPETITIVA CINE.EMA 

  • "O Vazio que Atravessa", de Fernando Moreira
  • (Documentário, 22'58", SP)
  • Sinopse: Transpassadas pela ganância, duzentas e setenta e duas pessoas foram soterradas pelos rejeitos de minério da companhia Vale em Brumadinho (MG) em 2019. O vazio que agora acompanha os que ficaram jamais será preenchido. Este filme-homenagem é dedicado às vítimas da mineração irresponsável que permanece cobrando seu preço com sangue e devastação.

  • "A Gente foi Feliz Aqui", de Renata Baracho e Paulo Accioly
  • (Documentário, 16'32", AL)
  • Sinopse: Registro de registros, o filme conta em paralelo as histórias do projeto visual “A gente foi feliz aqui” e de outras famílias afetadas pelo maior crime ambiental em área urbana no mundo.

  • "A Tradicional Família Brasileira Katu", de Rodrigo Sena
  • (Documentário, 25'02", RN)
  • Sinopse: Os Guardiões da Mata Atlântica e suas resistências com atuais problemas e desafios contemporâneos como meio ambiente, o agronegócio, evangelização nas aldeias, o consumo de álcool e educação em ensino superior.

  • "Arrorró", de Rafael de Almeida
  • (Ficção, 9', GO)
  • Sinopse: Na Espanha, a erupção do vulcão de La Palma obriga centenas de famílias a abandonar suas casas. Um refugiado colombiano aproveita o caos e ocupa uma casa vazia na ilha.

  • "Cantareira", de Rodrigo Ribeyro
  • (Ficção, 24', SP)
  • Sinopse: Bento, trabalhador e morador do centro de São Paulo, volta ao lugar em que cresceu: a casa do avô na Serra da Cantareira. Lá, busca não somente a paz, mas também um emprego.

  • "Castanhal", de Rodrigo Chagas e Marques Casara
  • (Documentário, 25', AM/SP)
  • Sinopse: No sul do estado do Amazonas, a coleta dos frutos das castanheiras perdura por gerações de extrativistas. A riqueza da floresta é também o sustento das famílias que habitam as margens dos seus rios. Assim, enquanto o progresso do agronegócio insiste em derrubar e queimar, quem cuida das árvores centenárias teme pelo futuro da Amazônia brasileira – e da própria vida.

  • "Lavra", de Weber Cooper
  • (Experimental, 9'26", ES)
  • Sinopse: Uma dança emergente de uma pedreira de extração de granito no município de Cachoeiro de Itapemirim — pólo produtor de rochas ornamentais no sul do Espírito Santo. Narrativas do passado, presente e futuro entrecruzadas à (re)descoberta de uma ecologia somática. Da interface entre ecoperformance e documentário surgem imagens-proposições que buscam denunciar-anunciar a relação entre homem e meio ambiente.

  • "Metamorfose Concreta", de Carol Covre, Larissa Barreto e Narjara Portugal
  • (Experimental, 2'57", ES)
  • Sinopse: Quebrar e cavar fundo para redescobrir o que é natural: somos parte de um organismo complexo e intimamente integrado. Somos a Terra.

  • "Mutirão: o Filme", de Lincoln Péricles (LKT)
  • (Documentário, 10'15", SP)
  • Sinopse: Uma criança apresenta a construção da sua quebrada.

  • "Saber da Caatinga", de Marília Pinheiro e Ingá
  • (Documentário, 25'02", PE)
  • Sinopse: Cientistas populares que trabalham com plantas medicinais na Chapada do Araripe, sertão do Cariri, se encontram em um evento anual no qual trocam conhecimentos e experiências de cura. Em 2021, o evento foi impedido de acontecer devido à pandemia de coronavírus. Neste filme, suas falas e vivências encontram um caminho para se reconectarem, mesmo à distância.

  • "Terra de Mulheres", de Oriane Descount
  • (Documentário, 20'55", MG)
  • Sinopse: Rosa e Fatinha são agricultoras que lutam para preservar a cultura local. Elas têm filhas da geração de Oriane, cineasta francesa mãe há um ano.
Cena da animação
Cena da animação "Nona", em exibição no Cine.Ema Crédito: Divulgação

MOSTRA INFANTIL CINE.EMINHA

  • "Ewé de Òsányìn: o Segredo das Folhas", de Pâmela Peregrino
  • (Animação, 22'28", AL/BA/RJ)
  • Sinopse: Uma criança nasce com folhas em seu corpo e sua mãe busca a cura. Na escola, porém, as outras crianças a discriminam e ela foge para mata! Na Caatinga, encontra seres encantados de tradições indígenas e negras e caminha numa aventura de autoconhecimento. Sua busca a leva até Òsányìn, o Orisà das folhas, que apresenta o poder das plantas e a importância da preservação ambiental.

  • "Jaguamérica", de Bako Machado
  • (Experimental, 2', PE)
  • Sinopse: Jaguamérica é uma animação-poema de colagem surrealista. Com a direção de Bako Machado, o filme revela a jornada de uma onça mecanizada por diferentes paisagens, do Sertão aos Andes, transformando-as em um "Continente Jaguar", universo mítico que se funde ao universo indígena por meio do poema Jaguamérica, de Micheliny Verunschk. O texto poético é narrado por Evandro Lunardo.

  • "Maria Fátima – Produzir Alimentos é Amar o Próximo", de Cristiane Pederiva, Pedro Michelli e Sofia Michelli Pederiva
  • (Documentário, 11'04", MG)
  • Sinopse: Retrato em primeira pessoa de Fátima, uma campesina, ativista dos direitos do movimento agroecológico da cidade de Lavras em Minas Gerais. O documentário incita uma reflexão em torno ao contexto atual influenciado pelo agronegócio onde, Fátima representa uma solução e uma resistência.

  • "Nonna", de Maria Augusta V. Nunes
  • (Animação, 10'30", SC)
  • Sinopse: A pequena Ana e sua avó vivem no campo e sofrem com os efeitos provocados pelo uso de agrotóxicos na região. Já adulta, ao reencontrar a velha casa onde viveu sua infância, Ana entende que a presença de sua avó ali é transcendental.

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