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Cultura

Inhotim ganhará nova gestão e dará mais atenção à ecologia e sustentabilidade

Museu mineiro também vai compor um novo conselho e implementará novo programa de patronato
Agência FolhaPress

Publicado em 26 de Outubro de 2021 às 14:56

Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG)
Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG) Crédito: Reprodução
O Instituto Inhotim, um dos museus mais importantes do Brasil, localizado em Brumadinho, próximo a Belo Horizonte, terá uma nova gestão e dará mais importância à pauta ecológica a partir de janeiro de 2022.
Lucas Pessôa ocupará o cargo de diretor-presidente no lugar de Antonio Grassi, que passa a desempenhar o papel de consultor internacional, trabalhando de Lisboa. Paula Azevedo será diretora vice-presidente e Julieta González estará à frente da direção artística do museu. A mudança de rumos foi divulgada nesta terça (26) pelo instituto.
Segundo a nota à imprensa, será intensificado o contato da instituição cultural com a sociedade, o que será feito a partir da formação de um novo conselho e de um novo programa de patronato para a manutenção do museu.
"Desejo me debruçar em pautas ambientais a partir de uma visão integrada entre arte, cultura, ecossistema e sustentabilidade", afirma a nova diretora vice-presidente Paula Azevedo no que concerne à questão ecológica, reforçando em seguida que o Inhotim abriga uma coleção botânica com mais de 4,5 mil espécies raras vindas de todos os continentes.
A respeito da nova direção artística, a curadora Julieta González diz que buscará se atentar às mudanças discursivas do mundo contemporâneo. Com passagens por instituições culturais como Tate Modern, MASP e Bronx Museum, ela será responsável por um dos acervos mais importantes da arte contemporânea brasileira, que conta com obras de Adriana Varejão, Cildo Meireles e Claudia Andujar.
À frente da direção executiva, Lucas Pessôa possui formação em direito e economia, e tem na bagagem experiências como diretor da Oficina Brennand e do MASP.
Assim como aconteceu com outros museus, a pandemia de Covid-19 afetou negativamente o Inhotim, que demitiu 84 funcionários em 2020. Após o enxugamento de quadros, a instituição se viu livre de ser penhorada como parte do pagamento de uma dívida bilionária da minaradora Itaminas, empresa que é uma das mantenedoras do museu. Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, ou Oscip, o Inhotim completou 15 anos em 2021 e conta com captação de recursos via leis de incentivo, patocínio direto e aluguel de espaços para se sustentar.

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