O Jazz Vix Festival chega pela primeira vez ao Cais das Artes, em Vitória, para uma edição especial que promete transformar o novo espaço cultural em um grande encontro de sons, ritmos e diferentes gerações da música. Com programação gratuita nos dias 25, 26 e 27 de setembro, o evento reunirá atrações internacionais, nacionais e capixabas em uma celebração ao jazz e às sonoridades que dialogam com a bossa nova e a música instrumental.
A estreia no Cais das Artes também marca um novo momento para o festival, que passa a ocupar um dos mais importantes equipamentos culturais do Espírito Santo, em um cenário privilegiado diante da Baía de Vitória.
“Trazer o Jazz Vix Festival para o Cais das Artes, diante da Baía de Vitória, tem um simbolismo muito bonito para nós. É como se essa música, depois de percorrer tantos caminhos, encontrasse aqui um novo porto. E fazer isso em um espaço tão importante para a cultura capixaba torna esta edição ainda mais especial”, afirma Zé Olavo Médici, criador do festival.
Ao longo de sua trajetória, o Jazz Vix Festival vem construindo um histórico de encontros e apresentações que reúnem importantes nomes do jazz e da música instrumental brasileira e internacional. Em edições anteriores, passaram pelos palcos artistas como Amaro Freitas, Joabe Reis, Luana Mallet, Délia Fischer, Josiel Konrad, Tammy, Victor Bilione, Tary Spilman e Dudu Lima, além do encontro entre o norte-americano Omar Coleman e o brasileiro Igor Prado.
A produção capixaba também ocupa lugar de destaque na história do festival. Projetos como Vix Big Band, Big Band Pop&Jazz, Estrelas do Jazz Capixaba e Alexandre Borges Quinteto já integraram a programação, reforçando a proposta do evento de valorizar os talentos locais e criar pontes entre a cena do Espírito Santo e grandes nomes da música nacional e internacional.
O Jazz Vix Festival é produzido pelos mesmos criadores do Santa Jazz, em Santa Teresa, e do Itaúnas Jazz & Blues, em Itaúnas, projetos que contribuíram para uma agenda dedicada ao jazz e ao blues no Espírito Santo. Agora, o festival ganha um novo cenário, em Vitória.
O Cais das Artes passa a integrar a experiência do evento dedicado a um gênero musical marcado por deslocamentos, encontros e cidades portuárias. Para Zé Olavo Médici, ocupar o espaço representa aproximar o jazz e a música instrumental de um local pensado para grandes encontros culturais, com o mar compondo o cenário da programação.
“Chegar ao Cais das Artes é também ampliar esse encontro com o público. Queremos receber quem já acompanha o jazz, mas também quem nunca foi a um festival do gênero e pode descobrir essa música ali, diante do mar. A gratuidade é fundamental para isso. Queremos um Cais das Artes cheio, diverso, com pessoas de diferentes gerações vivendo juntas esses três dias de música”, destaca Zé Olavo Médici.