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Vitória

Atlético-MG vence o São Paulo com gol no fim e fica numa boa na Copa do Brasil

Galo só precisa do empate no jogo de volta, dentro de casa, para assegurar a classificação às semifinais

Publicado em 29 de Agosto de 2024 às 00:05

Agência Estado

Publicado em 

29 ago 2024 às 00:05
O Atlético-MG venceu o São Paulo com gol de Battaglia, em partida válida pela Copa do Brasil
O Atlético-MG venceu o São Paulo com gol de Bataglia, em partida válida pela Copa do Brasil Crédito: Marco Miatelo/Agif
O São Paulo foi derrotado por 1 a 0 pelo Atlético-MG no primeiro jogo das quartas de final da Copa do Brasil, nesta quarta-feira (28), no MorumBis. Em casa, o time tricolor teve mais chances que o adversário, principalmente no segundo tempo, mas não as aproveitou. A partida foi marcada também por homenagens a Juan Izquierdo, zagueiro do Nacional que morreu dias após sofrer de uma arritmia cardíaca no estádio são-paulino.
A comissão técnica são-paulina, mais uma vez sem Luiz Zubeldía, suspenso, errou ao fazer a primeira substituição somente aos 44 minutos do segundo tempo. Mesmo com o domínio do jogo, o time careceu de ânimo e confiança para aproveitar as chances criadas. Nos acréscimos, o Atlético-MG fez valer uma das únicas oportunidades, e Battaglia abriu o placar, animando os torcedores visitantes em um MorumBis com 51 mil torcedores.
A definição da vaga ficará para o jogo de volta, dia 12, às 21h45 (horário de Brasília), na Arena MRV, em Belo Horizonte. Antes disso, no próximo domingo, o São Paulo visita o Fluminense, no Maracanã, pela 25ª rodada do Brasileirão, às 18h30 (horário de Brasília). Já o Atlético-MG vai a Porto Alegre enfrentar o Grêmio, no jogo que marca o retorno da Arena gremista após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em maio. A partida será no domingo, às 11h.

O Jogo

As duas equipes começaram o jogo com dificuldade em criar chances, ambas parando em marcações altas. O ritmo foi surpreendente por parte do Atlético-MG, que encarou um MorumBis lotado, mas não se intimidou. Gabriel Milito não quis limitar seu time a defender-se.
Retornando após uma lesão muscular na panturrilha, Hulk foi o principal nome da equipe mineira. Foi com o camisa 7 que os atleticanos mais conseguiram esboçar chances de finalizar, principalmente quando ele afinou a parceria com Paulinho no ataque.
No lado são-paulino, as melhores chegadas foram pelos lados. Rafinha finalizou pela primeira vez no jogo, antes de o equilíbrio imperar. Próximo do fim, Wellington Rato avançou pela direita e finalizou para defesa de Everson.
O São Paulo voltou do intervalo disposto a mudar a tônica. Calleri foi voluntarioso até mesmo fora da área. Wellington Rato novamente buscou arriscar em chutes diretos. Mesmo sem nenhuma troca nas equipes, foram os são-paulinos que aproveitaram melhor o intervalo para buscar dominar as ações. Lucas e Luciano também apareceram mais pelo meio.
A segunda etapa colocou o Atlético-MG em postura de visitante que buscava apenas se defender. O volume de chances criadas pelo São Paulo era enorme, comparado a um aproveitamento nulo. Em uma das chances, o zagueiro Sabino cruzou para dentro da pequena área, mas Luciano e Calleri não conseguiram finalizar.
Apesar da melhora são-paulina, chamou atenção a inércia da comissão técnica, que não tinha Luis Zubeldía, mais uma vez suspenso. Somente aos 44 minutos, o auxiliar Max Cuberas promoveu a primeira troca do São Paulo. O time titular foi poupado no último compromisso, mas uma mudança melhorar a confiança diante de tantos erros na frente.
Calleri teve mais vontade que qualidade nesta noite. O centroavante conseguiu receber um passe sem ângulo, mas dentro da área. Luciano era uma opção de passe, mas o camisa 9 buscou a finalização, sem sucesso.
Lucas também protagonizou grande chance perdida, aos 44 minutos. Bobadilla fez cruzamento para o camisa 7 finalizar de cabeça, mas a bola foi por cima do gol de Everson.
Por um descuido e escorregão de Luciano, o Atlético-MG voltou para partida já nos acréscimos. Neste mesmo lance, uma falta parou o contra-ataque. Scarpa a cobrou dentro da área. A única chegada atleticana foi com o gol de Battaglia, que subiu mais que todo mundo para abrir o placar e definir o jogo.

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