No balanço do primeiro turno da Série A do Brasileirão, Flamengo e Atlético Mineiro, que se enfrentaram nesta última rodada, estão ocupando posições curiosas no ranking dos cartões amarelos e vermelhos nesta metade do campeonato. Enquanto o Galo lidera o ranking de indisciplina com 57 cartões amarelos e 4 vermelhos, o Rubro-Negro é o que tem menos cartões no campeonato até agora. São 34 amarelos e apenas uma expulsão.
Já em relação ao VAR, o Grêmio lidera a lista com 6 decisões favoráveis, enquanto o São Paulo, com 5 decisões desfavoráveis, ocupa o último lugar.
Copa do Mundo Feminina
Pela Copa do Mundo Feminina, africanas e asiáticas lideram a estatística de cartões amarelos e vermelhos. Zâmbia e Nigéria foram as seleções que foram mais punidas até agora. Entre os que menos receberam cartões, o Japão, com a disciplina habitual, ainda não recebeu nenhuma punição na competição.
Copa Espírito Santo
Pela Copa Espírito Santo, teve mais um caso de perda de pontos de um time por escalar jogadores de forma irregular. O Real Noroeste perdeu seis pontos por ter colocado o jogador Gabriel Vasco para jogar, sendo que ele já tinha recebido três cartões amarelos na competição.
Por aqui isso não é novidade, pois nos idos de 1999, o Serra perdeu pontos em uma situação inusitada. O volante Edson Garcia e o lateral Carlinhos resolveram trocar de camisas quando já haviam assinado a súmula, Garcia com a 5 e Carlinhos com a 6. Os dois trocaram de camisa por conta própria e foram para o jogo. Na partida, o lateral Carlinhos recebeu cartão amarelo com a camisa 5 de Edson Garcia, que já tinha dois amarelos no campeonato. O árbitro consultou a relação dos atletas e viu que o número 5 era Edson Garcia e anotou o cartão para ele, mas para o Serra foi Carlinhos que recebeu o cartão.
No jogo seguinte, Garcia foi escalado e o Serra perdeu os pontos e a classificação. Ou seja, 24 anos passaram e o amadorismo dos dirigentes continua por aqui.