Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Prisão cautelar

Coronavírus: STJ nega prisão domiciliar a assassino de Camata

Corte Superior entendeu que não cabe a ela a decisão. E negou também conceder liberdade a Marcos Venicio, considerando que ele é perigoso

Publicado em 01 de Abril de 2020 às 21:31

Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 abr 2020 às 21:31
Marcos Venicio Moreira Andrade é assassino confesso de Camata
Marcos Venicio Moreira Andrade é assassino confesso do ex-governador Gerson Camata Crédito: Divulgação/Polícia Civil
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de habeas corpus e também de prisão domiciliar para Marcos Venicio Moreira Andrade, preso por ter assassinado o ex-governador Gerson Camata, em dezembro de 2018. A decisão é do ministro Sebastião Reis Júnior.
A defesa fez o pedido de prisão domiciliar em razão da pandemia de Covid-19, causada pelo novo coronavírus. O ministro, no entanto, pontuou que este pleito deveria ser analisado pela 1ª Vara Criminal da comarca de Vitória, "a quem caberá melhor análise e compreensão sobre a aplicação da referida recomendação, uma vez que se encontra mais próximo das partes, dos fatos e da ação penal".
Quanto ao pedido para ser posto em liberdade, a Justiça avaliou que Marcos Venicio deve permanecer em prisão cautelar, que se justifica pela periculosidade do acusado, "em especial, pelo modus operandi do crime praticado mediante frieza e premeditação", ressaltando que o entendimento do Superior Tribunal tem sido de que, portanto, está fundamentado o decreto de prisão para a garantia da ordem pública.
Preso em Viana, Marcos Venicio já teve o pedido de liberdade negado em habeas corpus, pelo STJ, em outubro do ano passado, pelo mesmo ministro, Sebastião Reis. Em dezembro, houve o julgamento de um recurso de sua defesa na Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), que também requereu que ele respondesse o processo em liberdade, mas foi negado. 

"IRRETOCÁVEL"

O advogado Ludgero Liberato, que representa a família da vítima, considerou a decisão do juiz irretocável do ponto de vista técnico e acrescenta que está confiante de que o juri será realizado no menor prazo possível.
 Ainda cabe recurso desta decisão. O advogado de Marcos Venicio, Homero Mafra, ainda não definiu qual medida será tomada. "Vou examinar a decisão, e vamos avaliar a melhor estratégia", afirmou. 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Trump diz que não estava preocupado durante ataque em jantar
Imagem de destaque
A caneta emagrecedora 'pirata' que brasileiros se arriscam comprando no Paraguai: 'Tenho mais medo da gordura'
Esgoto
Água, esgoto e saúde pública: desafio urgente que o ES precisa enfrentar

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados