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Fingiram ser policiais

Trio invade casa e mata mulher na frente do filho de 9 anos em Linhares

Geisiane Pereira da Rocha, de 30 anos, dormia com o filho, uma criança de nove anos, quando a casa foi invadida por trio armado na madrugada desta quarta-feira (27)

Publicado em 27 de Março de 2025 às 09:17

Wilson Rodrigues

Publicado em 

27 mar 2025 às 09:17
Bandidos dizem ser policiais, invadem casa e executam mulher em Linhares
Geisiane Pereira da Rocha, de 30 anos Crédito: Redes sociais
Uma mulher de 30 anos, identificada como Geisiane Pereira da Rocha, foi assassinada a tiros dentro de casa no início da madrugada desta quinta-feira (27), no Residencial Rio Doce, bairro Aviso, em Linhares, no Norte do Espírito Santo. Os atiradores chegaram afirmando serem policiais e executaram a vítima na presença do filho dela, uma criança de 9 anos.
Conforme boletim de ocorrência da Polícia Militar, o irmão da vítima relatou aos policiais que estava em seu quarto assistindo televisão quando três suspeitos arrombaram a porta e invadiram a casa, gritando que eram policiais. Os criminosos foram direto ao quarto onde Geisiane dormia com o filho e dispararam várias vezes contra a mulher, que morreu no local. A PM informou que realizou buscas na região, mas os suspeitos não foram localizados.
Ainda conforme registro da PM, a perícia da Polícia Científica constatou que a vítima foi atingida por cinco tiros: um na testa, dois no pescoço, um no braço direito e um na barriga.
A Polícia Civil informou que o caso seguirá sob investigação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Linhares, e que ninguém foi preso ainda. 
A Polícia Científica informou que o corpo da vítima foi encaminhado para a Seção Regional de Medicina Legal (SML) de Linhares onde passará pelo processo de necropsia antes de ser liberado para os familiares.

Ajude a polícia

A Polícia Civil comunicou ainda que "informações podem ser compartilhadas de forma sigilosa por meio do Disque-denúncia (181), que é uma linha de contato gratuita, disponível em todos os municípios do Estado. As informações passadas pela comunidade podem ser cruciais para o avanço das investigações", garante a corporação. 

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