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Estava foragido

Polícia estoura laboratório de cocaína em Guarapari e apreende R$ 100 mil

Thiago dos Santos foi preso nesta terça-feira (10) e, com ele, policiais civis apreenderam R$ 100 mil, um carro, uma caminhonete, dois notebooks e uma pistola

Publicado em 10 de Março de 2020 às 13:57

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 mar 2020 às 13:57
Thiago dos Santos foi preso acusado de ser dono de um laboratório de refino de cocaína.  Crédito: Divulgação
Um homem identificado como Thiago dos Santos, o "Tutu", de 29 anos, foi preso na manhã desta terça-feira (10) suspeito de ser o dono de um laboratório utilizado para refinar cocaína, no distrito de Buenos Aires, em Guarapari. Além da prisão, também foram apreendidos R$ 100 mil, um carro e uma caminhonete, celulares, dois notebooks e uma pistola.  
De acordo com informações da Polícia Civil, já havia um mandado de prisão preventiva em aberto contra Thiago por tráfico de drogas e associação ao tráfico. Até o momento, ele era considerado foragido. A ação na manhã desta terça-feira (10) aconteceu por meio da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) de Guarapari.
Com Thiago foram apreendidos dois notebooks, vários celulares, dinheiro e uma arma Crédito: Daniel Pasti
De acordo com o Delegado Guilherme Eugênio Rodrigues, titular da Denarc de Guarapari, Thiago foi preso em um imóvel de luxo em Marcílio de Noronha, em Viana. A quadrilha de Thiago atuava no bairro Seringal, também em Viana, e o suspeito seria o comandante do laboratório de refino de cocaína de Buenos Aires, em Guarapari. Segundo o delegado, a separação das atuações em municípios diferentes era uma estratégia para despistar a investigação.
Thiago não agia sozinho segundo a polícia. A prisão dele se deu por meio de uma delação premiada, na qual foram localizados seis integrantes da quadrilha. De acordo com informações da Polícia Civil, todos se conheciam, mantinham contato e frequentavam o sítio em Buenos Aires. 
Laboratório de refino de cocaína comandado por Thiago dos Santos funcionava neste imóvel Crédito: Reprodução/TV Gazeta
A Polícia Civil afirma que Thiago também utilizava a família da companheira para tentar despistar os crimes. Um dos carros apreendidos, um Ônix, foi comprado pela mulher dele e era registrado em nome de um dos seus familiares. O delegado confirmou que a compra do veículo foi feita em dinheiro vivo, cerca de R$ 75 mil. Os imóveis que Thiago utilizava e o outro carro apreendido, uma Hilux, também estavam em nome de terceiros. A Hilux, inclusive ficava do lado de fora da garagem e a polícia acredita que o carro estaria sempre preparado para uma eventual fuga. 
No momento da prisão, foi encontrada uma mala com roupas e objetos pessoais no imóvel onde ele foi detido. A Polícia Civil acredita que ele planejava fugir. Além disso, o suspeito tentou se livrar da arma e do dinheiro apreendidos jogando-os em uma espécie de vão entre o imóvel e a casa vizinha. A investigação segue a procura de um fuzil calibre 556 que seria do suspeito e não foi localizado.
Carros utilizados por Thiago estavam em nome de familiares da companheira Crédito: Reprodução

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