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Publicado em 1 de agosto de 2022 às 11:50
Um soldado do Exército, de 24 anos, foi preso por tráfico de drogas, associação para o tráfico e tentativa de homicídio neste domingo (31). Ele e um jovem de 22 anos estavam com armas, entorpecentes, munições e reagiram com tiros a uma abordagem da Polícia Militar. >
A Polícia Militar foi acionada no final da tarde deste domingo (31) para verificar a informação de que indivíduos a pé e de motocicletas teriam passado por uma avenida de Flexal I, em Cariacica, portando armas de fogo e realizado disparos. >
“Equipes prosseguiram em saturação para a região, onde se depararam com os suspeitos que atiraram, sendo necessário revidar a agressão. Em seguida, os criminosos tomaram fuga por uma região de mata”, informou a Polícia Militar. >
A guarnição solicitou apoio de outras equipes e do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo da Secretaria da Casa Militar (NOTAer), sendo dois suspeitos localizados. Com eles foram apreendidas uma pistola calibre 380 com 13 munições, uma pistola 9mm com mira laser e 11 munições, 122 pinos de cocaína, 56 buchas de maconha e duas balaclavas.>
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Os detidos e os materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia Regional de Cariacica.>
Em nota, a Polícia Civil informou que dois homens, de 22 e 24 anos, foram conduzidos pela Polícia Militar à Delegacia Regional de Cariacica, onde foram autuados em flagrante pelos crimes de tentativa de homicídio, tráfico de drogas e associação para o tráfico. Eles foram encaminhados ao Centro de Triagem de Viana (CTV).>
Também em nota, o Exército informou que “não compactua com esse tipo de atividade, sendo completamente contra os seus valores”. A instituição confirmou que o homem preso é soldado, tem dois anos de quartel, mas estava de férias no momento em que foi preso. >
“O 38º Batalhão não tinha conhecimento desse tipo de prática do soldado. Ele foi preso pela polícia, foi levado para a delegacia, vai responder como qualquer cidadão, arcando com as consequências”, afirmou o Exército.>
“Por ser militar, ele está preso dentro do Quartel, à disposição da Justiça comum. Internamente, vai ser aberta uma sindicância para apurar o fato. Dependendo da sindicância, ele pode ser até expulso do Exército”, finalizou a nota. >
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