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Em Rio Marinho

Moradores protestam após prisão de homem suspeito de roubo em Vila Velha

A população local colocou fogo em objetos na ponte que liga o bairro à Jardim Marilândia, em protesto pela prisão do ajudante de pedreiro Jadir da Silva Vieira Junior, alegando que ele é inocente e foi detido por engano

Publicado em 24 de Junho de 2020 às 07:40

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 jun 2020 às 07:40
Moradores realizaram um protesto bloqueando a ponte que liga os bairros Rio Marinho e Jardim Marilândia, em Vila Velha, alegando que Jadir da Silva Vieira Junior foi preso por engano
Moradores realizaram um protesto bloqueando a ponte que liga os bairros Rio Marinho e Jardim Marilândia, em Vila Velha, alegando que Jadir da Silva Vieira Junior foi preso por engano Crédito: Reprodução / TV Gazeta
Moradores do bairro Rio Marinho, em Vila Velha, fizeram uma manifestação, na noite desta terça-feira (23) pedindo a liberdade de um homem que foi preso suspeito de roubo. Eles colocaram fogo em pneus, móveis e pedaços de madeira na ponte que liga o bairro à Jardim Marilândia, em protesto pela prisão do ajudante de pedreiro Jadir da Silva Vieira Junior, de 33 anos, alegando que ele é inocente e foi detido por engano.
A mãe de Jadir, Marly Alvarenga, afirmou que uma mulher teve a bolsa roubada no bairro Rio Marinho, no último sábado (20), e que, durante diligências da polícia pelo local, o filho foi abordado.
“O policial chegou até ele e mandou que ele encostasse em uma árvore, perto de onde estava sentado tomando uma cerveja, e disseram que ele estava sendo suspeito de ter cometido um assalto no Rio Marinho. Os policiais tiraram foto dele pelo celular e mandaram para a vítima”, disse.
O ajudante de pedreiro Jadir da Silva Vieira Junior tem 33 anos
O ajudante de pedreiro Jadir da Silva Vieira Junior tem 33 anos Crédito: Reprodução / TV Gazeta
Horas depois dessa abordagem, Jadir, que é pai de dois filhos, foi preso. A mãe garante que o filho é inocente. Ela conta que, quando a vítima do roubo viu Jadir na delegacia, disse que não tinha mais certeza que ele era o ladrão.
“No DPJ, a própria vítima falou para mim que nem olhou direito para ele, mas o reconheceu como assaltante. Só que ela disse também que a diferença é que o assaltante estava de camisa de manga comprida vermelha e de calça branca. Só que o meu filho estava de calção branco e de regata vermelha. Pelo fato de estar com o cabelo baixinho, social, ser baixo e a roupa parecida”, contou.
A mãe de Jadir, Marly Alvarenga, afirma que o filho foi preso por engano
A mãe de Jadir, Marly Alvarenga, afirma que o filho foi preso por engano Crédito: Reprodução / TV Gazeta
O protesto durou cerca de duas horas. A Polícia convenceu os moradores a encerrarem a manifestação. Militares do Corpo de Bombeiros apagaram o fogo e fizeram a limpeza da pista.
Com informações de Daniela Carla, da TV Gazeta

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