A Gazeta portal de notícias do Espirito Santo

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Capixaba
  • Polícia
  • Justiça suspende porte de PM suspeito de fraturar nariz de mulher em bar de Vila Velha
Discussão política

Justiça suspende porte de PM suspeito de fraturar nariz de mulher em bar de Vila Velha

Decisão também determina que o cabo não se aproxime da vítima, de familiares e testemunhas. Novas imagens mostram o momento em que a mulher é agredida no estabelecimento, em Itapuã

Publicado em 06 de Novembro de 2026 às 09:41

Jaciele Simoura

Publicado em 

06 nov 2026 às 09:41

A Justiça suspendeu o porte de arma do cabo da Polícia Militar Bernardo Menezes Coutinho e concedeu uma medida protetiva de urgência a uma administradora, de 43 anos. Ela denuncia ter sido agredida pelo policial após fazer um comentário em comemoração ao resultado das eleições presidenciais em um bar no bairro Itapuã, em Vila Velha.


O caso aconteceu na última segunda-feira (2).


Novas imagens obtidas pela reportagem da TV Gazeta (veja acima) mostram o policial segurando a mulher pelos cabelos e dando um soco no rosto dela. Após as agressões, ele deixou o estabelecimento a pé e seguiu até o prédio onde mora, no mesmo bairro.


Conforme apuração do repórter André Afonso, da TV Gazeta, policiais militares foram acionados no dia da ocorrência e estiveram no prédio onde o cabo mora. Eles teriam tocado o interfone, mas Bernardo se recusou a descer. 


Em seguida, os policiais deixaram o local. O boletim de ocorrência foi registrado sem a identificação do suspeito, apesar de a vítima afirmar que, durante as agressões, as pessoas presentes sabiam que ele era policial militar.


Após o episódio, a administradora procurou um advogado, que solicitou à Justiça uma medida protetiva de urgência e a suspensão do porte de arma do cabo. Os pedidos foram acolhidos. A decisão também determina que o militar não frequente os mesmos locais que a vítima e não mantenha contato com ela, seus familiares ou testemunhas.


A reportagem tenta localizar a defesa de Bernardo e o espaço segue aberto para manifestações. 

Posicionamento da PM
cabo da Polícia Militar, Bernardo Menezes Coutinho
cabo da Polícia Militar, Bernardo Menezes Coutinho Reprodução

Procurada na quarta-feira (4), a assessoria de imprensa da Polícia Militar havia informado, por meio de nota, que o homem não tinha sido formalmente identificado no registro da ocorrência. Por isso, segundo a corporação, não havia elementos que permitissem confirmar sua identidade ou afirmar que se tratava de um integrante da PM. A instituição também informou que não havia registro de denúncia formal sobre o caso na Corregedoria.


Após a decisão judicial, a corporação foi novamente procurada. Dessa vez, informou que tomou conhecimento do fato e que, por meio da Corregedoria, realizará o devido acompanhamento.


“A instituição esclarece que, por não se tratar de fato abrangido pelo Código Penal Militar, a investigação criminal não é conduzida pela PMES. As medidas protetivas determinadas pela Justiça serão cumpridas e acompanhadas pela Corporação”, destacou.


Ainda conforme a Polícia Militar, a conduta do cabo será avaliada à luz do Código de Ética e Disciplina da PMES, observados os procedimentos legais e administrativos cabíveis.

Vítima teve nariz fraturado
Marcas das agressões também ficaram nos olhos da vítima
Marcas das agressões também ficaram nos olhos da vítima Crédito: Roberto Pratti

A administradora de 43 anos relatou que foi agredida com socos e teve o nariz fraturado após fazer um comentário comemorando o resultado das eleições presidenciais em um bar no bairro Itapuã, em Vila Velha. 


Em entrevista à TV Gazeta, a mulher contou que estava no bar com a mãe e uma amiga. O suspeito estava em uma mesa com outras mulheres. Inicialmente, houve um desentendimento entre a administradora e o grupo. Em seguida, o homem se levantou e a atacou pelas costas.


“Partiu para cima de mim com vários socos na minha face. Falaram que em um momento eu desacordei, mesmo assim ele me jogou contra o vidro do estabelecimento e continuou agredindo, ninguém fazendo nada, inclusive o dono do estabelecimento. Quando eu acordei, meu rosto estava todo ensanguentado”, disse a vítima. 

* Com informações do repórter André Afonso, da TV Gazeta. 

Veja Também 

Chuva provoca alagamentos, derruba pontes e danifica casas no Sul do ES

Temporal provoca alagamentos, derruba pontes e causa estragos no Sul do ES

Imagem de destaque

CBN Vitória ao vivo: Reta final Enem 2026: tudo o que você precisa saber para prova!

Sede do IDAF - Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo - no Ed.Trade Center, Centro de Vitória

Idaf abre inscrição de concurso público nesta sexta-feira (6)

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Equipe da Rede Gazeta no jantar em homenagem aos 50 anos da TV Gazeta
Chef Juarez Campos recebe para jantar em homenagem aos 50 anos da TV Gazeta
Aplicativo Meu INSS
INSS muda regra do auxílio-doença e cria reanálise em 10 dias no Atestmed; entenda
Flaco López, da SE Palmeiras, comemora seu gol contra a equipe do Fluminense FC, durante partida válida pela semi final, ida, da Conmebol Libertadores, no Estádio Maracanã
Palmeiras x Estudiantes: qual custo e como comprar entradas e pacotes na final da Libertadores

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.