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Crime em Santos Dumont

'Caio Capeta': acusado de ataque que vitimou inocente em Vitória é preso

Segundo a PM, "Caio Capeta" tinha mandado de prisão por homicídio qualificado e é apontado como um dos líderes do ataque que matou um técnico de refrigeração em janeiro

Publicado em 17 de Julho de 2026 às 11:44

Redação de A Gazeta

Publicado em 

17 jul 2026 às 11:44
Caio de Souza Sá, vulgo "Caio Capeta", 29 anos
Caio de Souza Sá, vulgo "Caio Capeta", 29 anos Divulgação | Polícia Militar

Investigado por participação no ataque a tiros contra um bar no bairro Santos Dumont, na Capital, e apontado pela Polícia Militar como gerente da facção Primeiro Comando de Vitória (PCV) na região, Caio de Souza Sá, conhecido como "Caio Capeta", de 29 anos, foi preso na madrugada desta sexta-feira (17). O atentado no estabelecimento matou um jovem de 26 anos que não tinha envolvimento com criminalidade.


Segundo a PM, por volta das 3h30, equipes faziam patrulhamento pelas escadarias do bairro Consolação quando avistaram o suspeito.  Ao perceber a presença dos policiais, ele tentou fugir, chegou a invadir uma residência, mas foi localizado e preso.


Ainda de acordo com a corporação, Caio admitiu que sabia da existência de um mandado de prisão em aberto por homicídio qualificado. Após a captura, ele foi encaminhado à delegacia e, posteriormente, será levado ao sistema prisional.

O ataque a tiros

Conforme a Polícia Militar, Caio é réu por participação no ataque a tiros contra um bar em Santos Dumont, ocorrido na noite de 18 de janeiro de 2026. A investigação aponta que ele teria atuado como um dos líderes da ação.


Segundo as investigações, o atentado foi motivado pela disputa territorial entre facções criminosas pelo controle do tráfico. Durante o ataque, os atiradores abriram fogo contra o estabelecimento. A ação matou Bruno Santos Gouvêa, de 26 anos, técnico de refrigeração que, segundo a investigação, não tinha qualquer envolvimento com a criminalidade.  


Ao receber a denúncia do Ministério Público e decretar a prisão preventiva dos investigados, a Justiça do Espírito Santo afirmou que o ataque representou uma "completa aversão à ordem social" e uma tentativa de intimidar moradores e grupos rivais para demonstrar o domínio territorial da facção.

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