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Investigação

Após 2 anos, polícia ainda não sabe quem mandou matar assessor de deputado no ES

Mário André Morandi era PM da reserva e atuava como assessor de gabinete do deputado estadual Capitão Assumção (PL) quando foi morto dentro de uma padaria em Vila Velha, em julho de 2020

Publicado em 18 de Novembro de 2022 às 09:05

Vinicius Zagoto

Publicado em 

18 nov 2022 às 09:05
Mario André do Carmo Morandi estava em uma padaria quando foi assassinato nesta terça-feira (7), em Vila Velha
Mario André do Carmo Morandi estava em uma padaria quando foi assassinato nesta terça-feira (7), em Vila Velha Crédito: Reprodução | Facebook
Mais de dois anos se passaram desde a morte do policial militar da reserva Mário André Morandi, e, durante esse período, suspeitos foram presos, mas o mandante do crime ainda não foi identificado. O PM atuava como assessor de gabinete do deputado estadual Capitão Assumção (PL) quando foi executado dentro de uma padaria no bairro Itapuã, em Vila Velha.
A Polícia Civil afirma que as investigações sobre o caso continuam na Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha e destaca que a motivação do crime ainda está sendo investigada.
O crime ocorreu em 7 de julho de 2020. Em outubro daquele ano, quatro suspeitos foram presos e um adolescente, à época com 17 anos, foi apreendido por participação no homicídio. Conforme atualização da Polícia Civil sobre o caso, desses envolvidos detidos, atualmente apenas o motorista do carro utilizado no crime se encontra solto.
Questionada se após as prisões e com mais de dois anos de investigação o mandante foi localizado, a corporação afirmou que o indivíduo sequer foi identificado. A nota da corporação alegou ainda que “para que a apuração seja preservada, nenhuma outra informação será repassada”.

Polícia Civil | Na íntegra

A Polícia Civil informa que o caso segue sob investigação da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha e a motivação do crime está sendo investigada. Dos quatro envolvidos detidos, apenas o motorista está solto e o mandante ainda não foi identificado. Para que a apuração seja preservada, nenhuma outra informação será repassada.

A PCES destaca que a população pode auxiliar na investigação por meio do telefone 181. O Disque-Denúncia é uma ferramenta segura, onde não é necessário se identificar para denunciar. Todas as informações recebidas são investigadas. As informações ao Disque-Denúncia ainda podem ser enviadas por meio do site, onde é possível anexar imagens e vídeos de ações criminosas.

Como foi o crime

O policial militar da reserva e assessor de gabinete do Capitão Assumção (PL) foi morto a tiros em uma padaria de Itapoã, em Vila Velha, no dia 7 de julho de 2020. Moradores relataram ter ouvido mais de cinco disparos de arma de fogo. Testemunhas disseram ainda que o crime teria sido cometido por indivíduos que passaram em um carro preto.
Em outubro daquele mesmo ano, quando anunciou as prisões dos suspeitos, o delegado Tarik Souki, contou como se deu a dinâmica do crime. Segundo ele, os assassinos disseram que contratariam serviços advocatícios de Morandi. Pensando que atenderia cliente, ele foi à padaria.
"Os assassinos pararam o veículo, observaram e identificaram a vítima. Saíram do veículo, que ficou parado um pouco mais a frente. Os dois assassinos desembarcaram e foram em direção à padaria e o motorista deu a volta no quarteirão", disse Tarik, à época.
O delegado complementou dizendo que, enquanto o motorista manobrava, os assassinos entraram armados no estabelecimento, executaram a vítima e fugiram em um Toyota Corolla. Em seguida, o carro foi incendiado na Rodovia Leste-Oeste, em Cariacica.
Mário André do Carmo Morandi foi admitido no gabinete do deputado Capitão Assumção (PL) no dia 12 de fevereiro de 2019 e trabalhava em regime comissionado, segundo o site da Transparência da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales).

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