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Covid-19

Servidor da Sesa que não se vacinou pode ter ponto cortado e até ser demitido

Doze servidores entre os mais de 10 mil profissionais da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) se recusaram a receber a vacina, segundo o secretário Nésio Fernandes
Barbara Oliveira

Publicado em 

01 jul 2021 às 13:17

Publicado em 01 de Julho de 2021 às 13:17

Sesa, Secretaria de Estado da Saúde
Sesa, Secretaria de Estado da Saúde Crédito: Fernando Madeira
O profissional de saúde que se recusar a tomar a vacina contra a Covid-19 pode ter o ponto cortado e até ser demitido do cargo. A medida vale para os profissionais que atuam em hospitais e unidades públicas de saúde do Espírito Santo
Nesta quinta-feira (1º), em entrevista à CBN Vitória, o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, afirmou que dos mais de 10 mil profissionais da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), apenas 12 se recusaram a receber a vacina. Esses trabalhadores receberam um prazo para poderem se imunizar e, caso isso não seja feito, eles poderão sofrer um processo administrativo disciplinar.
"Se eles, até esta semana, não confirmarem que receberam um dos imunizantes, eles serão proibidos de entrar nos hospitais e nos serviços que estão lotados e vão receber faltas nesse período de proibição. Ao término da conclusão de 60 dias de falta, eles podem até ser demitidos. Eles vão ter o desconto do salário, inicialmente, e podem sofrer um processo administrativo disciplinar", disse Nésio.

VACINAÇÃO COMPULSÓRIA

O secretário de Estado da Saúde defendeu ainda que empresas e organizações públicas adotem a vacinação obrigatória para seus funcionários, para evitar que o número de pessoas contrárias à vacina contra o coronavírus cresça e prejudique a imunização no Estado.
"Nós não podemos aceitar que, por questões ideológicas, adesão a fake news e teses antivacina, a sociedade seja colocada em risco. A adoção de medidas compulsórias para vacinação devem ser estimuladas por todas as autoridades públicas. Eu me refiro, por exemplo, à necessidade de comprovação das duas doses para poder tomar posse em concurso, ser contratado em diversas empresas ou órgãos. São medidas que devem ser estimuladas não somente com a vacina da Covid-19, mas com as demais vacinas, como uma política que já foi consolidada no nosso país. Nós exigimos, por exemplo, o comprovante de vacinação, na hora da matrícula escolar", exemplificou.
"Nós consideramos que medidas de vacinação compulsória podem e devem ser adotadas pelas empresas, pelas instituições dentro do Espírito Santo, no sentido de estimular para que as pessoas de fato se vacinem"
Nésio Fernandes - Secretário de Estado da Saúde

"SISTEMA DE SAÚDE DEU EXEMPLO"

Apesar de defender medidas duras aos que se opõem à vacina, Nésio Fernandes fez questão de destacar que os profissionais de saúde, em sua ampla maioria, têm dado exemplo para a sociedade e mostrado que a vacina é segura e eficaz.
"O sistema de saúde deu exemplo. A maioria absoluta entregou o seu braço à ciência, à vacina, à vida, e deu exemplo à sociedade. Dedicamos a vida a cuidar do povo e, quando a vacina chegou, demos o exemplo de que é seguro, que podemos apostar na ciência e que as vacinas devem ser abraçadas", concluiu.

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