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Fotojornalismo

O suor por trás da tradição: a jornada dos cortadores de palmito

Mãos baianas enfrentam o sol escaldante da Grande Vitória, no Espírito Santo, e ajudam a garantir o ingrediente da tradicional torta capixaba
Fernando Madeira

Publicado em 

01 abr 2026 às 14:57

Publicado em 01 de Abril de 2026 às 14:57

Venda de palmito próximo ao Sambão do Povo, em Vitória
Venda de palmito próximo ao Sambão do Povo, em Vitória Crédito: Fernando Madeira
Antes de a torta capixaba chegar à mesa, mãos baianas enfrentam o sol escaldante da Grande Vitória. Todos os anos, esses são alguns dos trabalhadores que migram para o Espírito Santo, transformando o esforço bruto em renda e dignidade. Mais do que o comércio, eles garantem o ingrediente que é a alma da nossa Semana Santa.
O ensaio fotográfico abaixo foi realizado próximo ao Sambão do Povo, no Centro da Capital, e documenta a rotina de esforço e o suor de quem mantém viva a tradição do palmito.

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