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Imunização

Covid-19: ES negocia compra de vacinas com seis laboratórios

Governo do Estado tem conversando com empresas farmacêuticas de vários países, mas a concretização da compra esbarra em vários empecilhos

Publicado em 04 de Fevereiro de 2021 às 18:08

Glacieri Carraretto

Publicado em 

04 fev 2021 às 18:08
Vacina de Oxford
A vacina de Oxford/AstraZeneca Crédito: Carlos Alberto Silva
Na tentativa de acelerar a vacinação contra o coronavírus na população capixaba, o governo do Espírito Santo mantém negociações com seis laboratórios e empresas que produzem imunizantes. 
Covid-19 - ES negocia compra de vacinas com seis laboratórios
Todas foram compradas pelo governo federal e distribuídas de acordo com o Plano Nacional de Imunização, criado pelo Ministério da Saúde.
No entanto, para acelerar o plano de vacinação, o Estado negocia com seis laboratórios: Pfizer, Janssen,  Sinopharm,  Sinovac,  Reithera e Bharat Biotech. O Governo do Espírito Santo possui uma verba de R$ 200 milhões reservados para a compra de vacinas. 

DIFICULDADES

No entanto, apesar do diálogo com as empresas, há empecilhos que emperram a efetivação da compra. As vacinas da italiana Reithera e do laboratório indiano Bharat Biotech, por exemplo, ainda estão na fase três de testes. O secretário estadual da Saúde, Nésio Fernandes, acrescenta que haveria doses das duas farmacêuticas para os meses de maio e junho, e que o Estado tem interesse na compra e inclusive já formalizou contrato de confidencialidade, mas depende que os imunizantes sejam aprovados nesta etapa de avaliação, que é a última antes de os produtos poderem ser comercializados. 
 "Além disso, a Bharat Biotech já deixou claro que tem preferência de negociar primeiro com o governo federal do que com os Estados. E é a mesma situação da Pfizer e da Janssen. Somente depois de uma resposta definitiva do governo federal que não vai comprar é que os Estados poderão comprar deles", explica o secretário.
E até o momento, o governo federal não deu retorno para as empresas sobre a compra ou não dos imunizantes.  Um exemplo é a Pfizer, que está em negociação desde dezembro com o governo federal e chegou a oferecer dois milhões de doses. Nesse contexto, observa Nésio Fernandes, o Estado permanece na fila de espera para poder fazer a compra diretamente da indústria farmacêutica.
Já em relação às farmacêuticas chinesas Sinovac e Sinopharm, o secretário disse que a embaixada chinesa está intermediando possíveis compras diretamente com o governo chinês. No entanto, não há estoque de vacinas prontas que possam ser vendidas no momento. 

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