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Pandemia

Coronavírus: Casagrande decreta novo estado de calamidade pública no ES

O decreto tem validade de 180 dias e entrou em vigor nesta quarta-feira (30). O objetivo é facilitar a realização de obras e compras por parte do governo. Medida não interfere no funcionamento das atividades econômicas

Publicado em 30 de Setembro de 2020 às 07:42

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 set 2020 às 07:42
Em coletiva realizada nesta sexta (25), Renato Casagrande anunciou que deve divulgar medidas de protocolos de segurança para os cinemas na próxima semana
Renato Casagrande publicou novo decreto de calamidade pública Crédito: YouTube/Reprodução
Casagrande decreta novo estado de calamidade pública no ES
O governador Renato Casagrande decretou, nessa terça-feira (29), um novo estado de calamidade pública no Espírito Santo por causa da pandemia do coronavírus. O decreto, que tem validade de 180 dias, entrou em vigor nesta quarta-feira (30) e substitui um outro decreto que perdeu a validade nessa terça-feira (29). O texto possibilita que o governo faça obras e compre equipamentos necessários para o combate à Covid-19 com dispensa de licitação. Importante frisar que a medida não interfere no funcionamento das atividades econômicas, que segue sendo guiado pela Matriz de Risco, estabelecida pelo governo estadual no começo da pandemia, ainda em abril. 
Para justificar o decreto, o governador diz que o Estado já soma mais de 3 mil mortos entre os mais de 120 mil contaminados pelo coronavírus. Ele ainda cita "a necessidade do Estado do Espírito Santo em dar resposta célere para evitar a proliferação da Covid-19" e a "necessidade de ações para assistir a quantidade de infectados" e de "fortalecer estruturas de atendimento e controle aos afetados".
O estado de calamidade pública ajuda o governo estadual a tomar medidas mais rápidas para diminuir os efeitos do coronavírus no Espírito Santo, já que reduz a burocracia nas compras e obras executadas que têm relação com a pandemia. Algumas linhas de crédito lançadas pelo Estado, segundo o governo, também dependem do decreto, que classifica a situação como desastre natural do tipo de doenças infecciosas virais e não pode ser prorrogado, de acordo com o texto que foi publicado no Diário Oficial do Estado nesta quarta (30).
O decreto publicado nesta quarta-feira se diferencia do decreto de calamidade pública que precisou passar pela Assembleia Legislativa em março. Esse novo decreto - diferente do que foi aprovado na Assembleia e já teve seu prazo expirado - não tem cunho tributário e não autoriza o Estado a flexibilizar o orçamento e, por isso, não precisa de aprovação dos parlamentares. O texto publicado nesta quarta-feira substitui um outro estado de calamidade que foi decretado em abril e tinha validade até essa terça-feira (29).

CASOS E MORTES

Desde o início da pandemia, o Espírito Santo já registrou 3.538 mortes e 130.714 casos de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. As informações são do Painel Covid-19, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), atualizado na tarde desta terça-feira (29).
Entre os municípios mais afetados do Estado, Vila Velha permanece à frente com 18.070 registros da doença, seguida por Serra (15.895), Vitória (15.865) e Cariacica (11.921). Já por bairros, Jardim Camburi, na Capital, é o que mais tem casos confirmados de Covid-19, com 2.241 moradores infectados.

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