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Reflexos da pandemia

Cariacica prorroga suspensão das aulas presenciais até 31 de agosto

Decisão, segundo decreto assinado pelo prefeito Geraldo Luiz de Oliveira Júnior, o Juninho, nesta quarta-feira (21), vale para a rede municipal de ensino e para escolas, creches e faculdades particulares do município

Publicado em 23 de Julho de 2020 às 11:02

Redação de A Gazeta

Publicado em 

23 jul 2020 às 11:02
Data: 23/01/2020 - ES - Vila Velha - Prefeitura Municipal de Cariacica  Editoria: Cidades - Foto: Ricardo Medeiros - GZ
Prefeitura Municipal de Cariacica  Crédito: Ricardo Medeiros
Cariacica decide prorrogar suspensão das aulas presenciais
Prefeitura de Cariacica decidiu prorrogar a suspensão das aulas presenciais no município até o dia 31 de agosto. A decisão, segundo decreto assinado pelo prefeito Geraldo Luiz de Oliveira Júnior, o Juninho, nesta quarta-feira (21), vale para a rede municipal de ensino e para escolas, creches e faculdades particulares do município.
Cariacica é a única cidade da Grande Vitória que está com risco alto para a Covid-19, segundo o último mapa de risco divulgado pelo governo do Estado. O município tem, segundo informações do Painel Covid na manhã desta quinta-feira, 8.210 casos confirmados e 308 mortes por coronavírus, com uma taxa de letalidade de 3,75% – em todo o Espírito Santo já foram registrados 73.755 casos e 2.308 óbitos por Covid-19.
No município de Cariacica, os calendários escolares 2020 do Ensino Fundamental e da Educação Infantil serão retomados, através de atividades pedagógicas não presenciais, a partir do dia primeiro de agosto.

AULAS NO ESTADO

Em todo o Estado, está em vigor até o final de julho um decreto do governador Renato Casagrande que impede aulas presenciais, mas o governo já avalia também prorrogar essa suspensão - o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, afirmou que, para o retorno das aulas, é preciso haver um consolidado retorno de uma etapa da pandemia semelhante à transmissão local.
"É possível ter o retorno das aulas no momento em que nós tivermos a queda consolidada no número casos novos e casos graves. E aí não é tendência e sim, de fato, ter consolidado o retorno de uma etapa como a transmissão local. Se isso ocorrer em agosto, retorna (as aulas) em agosto, se isso ocorrer em setembro, retorna em setembro. Se isso não ocorrer em agosto e setembro, retorna somente em outubro", disse.

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