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Climão!

Iza diz que comparações a Anitta e Ludmilla são 'machistas'

A treta entre Anitta e Ludmilla começou quando a música 'Onda Diferente' foi ao ar; mas no Prêmio Multishow elas tiveram novo embate velado e agora a cantora Iza decidiu se pronunciar sobre o caso

Publicado em 31 de Outubro de 2019 às 08:04

Redação de A Gazeta

Publicado em 

31 out 2019 às 08:04
Ludmilla e Anitta apresentam "Onda Diferente", música que fizeram em parceria, no "Caldeirão do Huck", na Globo Crédito: Globo/João Miguel Júnior
Iza, 29, já deixou claro que não concorda com comparações entre mulheres. Após conquistar espaço como jurada do The Voice (Globo) e se apresentar no Rock in Rio 2019 com Alcione, ela afirma que as artistas são diferentes entre si, e por isso dispensa comparações com Anitta ou Ludmilla.
"As comparações entre mulheres na música são machistas e desnecessárias, e feitas por pessoas que acham que elas são comparáveis. Nós somos todas diferentes, especiais e incríveis. Isso é fruto de um mercado que é machista mesmo, mas acredito que as coisas estão mudando", afirmou a cantora em entrevista à revista GQ Brasil, da qual é capa da edição especial de número 100, em novembro. 
A cantora Iza Crédito: Carol Caminha
"Sei que os rótulos existem, mas nunca me importei com eles. Se a gente ficar se apegando a isso, esquece o que é mais importante [música]".
A carioca já cantou com Caetano Veloso, Milton Nascimento, Gilberto Gil e Djavan, além de ter emplacado diversos hits e dublado a leoa Nala no live action de "O Rei Leão".
Em 2020, ela promete lançar um "hit do verão" com Ciara e Major Lazer, e desfilar pela Marquês de Sapucaí como Rainha de Bateria da Imperatriz Leopoldinense. Mas, mesmo depois de tudo isso, afirma que mantém a humildade.
"O mais importante que aprendi: o público consegue se comunicar com quem é de verdade. Isso já é meio caminho andado. Seja lá qual for a definição, estou procurando ser eu mesma", diz. "Quando era criança, não me via nos brinquedos que brincava, nos filmes que assistia, nas novelas que acompanhava. Não tinha muitas artistas como referência - exceto a Taís Araújo, a Isabel Fillardis e a Aisha Jambo. A gente precisa se ver em todos os lugares para saber que é possível estar onde a gente quer estar".
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