Editor do Divirta-se / [email protected]
Publicado em 28 de maio de 2021 às 17:25
Os músicos Ricardo Bacelar e Cainã Cavalcante apresentam uma novidade: um disco com composições instrumentais inéditas. Amigos há alguns anos, eles nunca tocaram ou gravaram juntos. Foi de um encontro casual que nasceu o álbum “Paracosmo”, apresentado na última quinta-feira (27) nas plataformas digitais.>
"Quando começamos a tocar, parecia que as músicas já estavam prontas. Improvisações livres, melodias sinceras, imagem sonoras, tudo ali, nesse lugar cheio de esperança que é o Paracosmo", diz Cainã Cavalcante, narrando sobre o processo de composição e o clima com que o álbum se desenrola. >
Vale lembrar que este é realmente um encontro de gigantes. Ricardo é pianista e produtor, já trabalhando com nomes como Adriana Calcanhoto, Belchior e Lulu Santos, além de membro votante do Grammy Latino e do Grammy Awards (Grammy Pro). Cainã já participou de diversos concertos pelo Brasil e Europa e gravou com grandes nomes da música, como Plácido Domingo, Dominguinhos, Chico César, Yamandu Costa, entre muitos outros.>
O resultado do encontro não poderia ser melhor. "Paracosmo" traz sete composições instrumentais inéditas: “Vila dos pássaros”, eleita como o primeiro single do álbum, “Paracosmo”, “Valsa do cansaço”, “Lyle”, “Manoela”, “Berceuse” e “Caminho dos mouros”. Algumas composições foram criadas no formato “canção”, com melodias bem definidas.>
>
"O disco traz uma carga de espontaneidade muito forte, fomos tocando e as músicas fluíram naturalmente. São como canções no formato instrumental. Foi um processo de gestação onde a música brotou com muito desembaraço", conta Ricardo Bacelar, que no disco tocou piano acústico, teclados e percussão, enquanto Cainã tocou violão e baixo. >
Duas das canções já chegam com videoclipe: "Vila dos pássaros", um baião que se funde com um belo solo de violão, que remete ao nordeste do Brasil; e "Paracosmo", que traz a leveza da canção em comunhão com percussões leves e um solo de piano que se esparrama pela música.>
"De certo modo, ‘Paracosmo’ também nos leva a um universo imaginário. Nesse momento em que muitos de nós estamos trancados em casa, em razão da pandemia, o álbum é um convite para criarmos o nosso mundo particular, no qual a música nos conduz e transcende", disse Ricardo Bacelar.>
*Com informações da assessoria>
Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem.
Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta