Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Conselho do FGTS amplia teto de renda e valor de imóveis do Minha Casa, Minha Vida
Financiamento

Conselho do FGTS amplia teto de renda e valor de imóveis do Minha Casa, Minha Vida

Mudança amplia limites de faixas 1 a 4, que passam a ter teto de renda de R$ 13 mil; alteração tem o objetivo de adequar os limites de renda mensal ao salário mínimo, reajustado anualmente acima da inflação

Publicado em 24 de Março de 2026 às 14:17

Estadão Conteúdo

Publicado em 

24 mar 2026 às 14:17
O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira (24), a proposta de reajuste nas faixas de renda das faixas 1 a 4 e nos limites de preços de imóveis que podem ser financiados pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Veja abaixo as mudanças abaixo:
Unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida Crédito: Ricardo Stuckert/PR
Limites de renda mensal:
  • Faixa 1: de R$ 2.850 para R$ 3.200 (+12%);
  • Faixa 2: de R$ 4.700 para R$ 5.000 (+9%);
  • Faixa 3: de R$ 8.600 para R$ 9.600 (+12%);
  • Faixa 4: de R$ 12.000 para R$ 13.000 (+8%).
Valor teto dos imóveis financiados:
  • Faixas 1 e 2: R$ 210 mil a R$ 275 mil (sem mudanças);
  • Faixa 3: R$ 350 mil para R$ 400 mil (+14%);
  • Faixa 4 (classe média): R$ 500 mil para R$ 600 mil (+20%).
A alteração, proposta pelo Ministério das Cidades, tem o objetivo de adequar os limites de renda mensal ao salário mínimo, reajustado anualmente acima da inflação. A ideia é que o limite da Faixa 1 fique próximo a duas vezes o salário mínimo. Hoje, ele é de 1,76 vezes e, com a alteração, passa para 1,97 vezes.
Da mesma forma, a mudança faz com que o limite da Faixa 2 passe de 2,90 vezes o salário mínimo para 3,08 vezes. O limite da Faixa 3 aumenta de 5,31 vezes para 5,92 vezes o mínimo.
Segundo o Ministério das Cidades, as alterações aprovadas, nesta terça-feira, vão permitir que 87,5 mil famílias sejam beneficiadas com a redução da taxa de juros aplicada sobre o seu financiamento, por passarem para uma faixa menor. Os juros do MCMV vão de 4,0% ao ano, na menor subfaixa da Faixa 1, até 7,66% ao ano na Faixa 3.
Além disso, 31,3 mil famílias seriam incluídas nas condições da área de Habitação Popular pela ampliação da Faixa 3, e 8,2 mil famílias seriam incluídas no MCMV Classe Média por meio do aumento do limite de renda nesse estrato.
As alterações terão custos de R$ 500 milhões para o orçamento de descontos do FGTS, e de R$ 3,6 bilhões no orçamento oneroso.
Segundo os técnicos do conselho, o impacto deve ser absorvido pelo Fundo Social, que deve passar a financiar também a Faixa 3 e a Classe Média a partir do segundo semestre.
O trabalho técnico para aprovar esse financiamento já foi feito, mas o Conselho Monetário Nacional (CMN) ainda precisa autorizar esse uso do Fundo Social.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

João Neiva, na WSL em Guarapari
Capixabas encerram participação no QS 4000 da WSL de Guarapari
Imagem de destaque
Prêmio Gazeta Empresarial Sul chega aos 25 anos com festa e foco em marcas que permanecem na memória
O piloto e youtuber Lito Sousa, diagnosticado com Doença de Creutzfeldt-Jakob
Anvisa aprova importação de remédio experimental para piloto Lito

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados