Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Bolsonaro alega risco à sustentabilidade do FGTS ao vetar saques a aeronautas
Presidente

Bolsonaro alega risco à sustentabilidade do FGTS ao vetar saques a aeronautas

A previsão de saque foi incluída pelo Congresso Nacional no projeto de conversão da Medida Provisória (925), desenhada para auxiliar o setor aéreo durante a pandemia

Publicado em 06 de Agosto de 2020 às 11:54

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 ago 2020 às 11:54
(Brasília - DF, 25/06/2020) Cerimônia de assinatura do Acordo de Cooperação Técnica para integração dos sistemas “Corpus927” e “A Constituição e o Supremo” ao Portal da Legislação.

Foto: Marcos Corrêa/PR
Presidente da República, Jair Bolsonaro, em cerimônia no Palácio do Planalto Crédito: Marcos Corrêa/PR
Ao sancionar a lei de socorro ao setor aéreo e vetar a possibilidade de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para aeronautas e aeroviários, o presidente Jair Bolsonaro alegou que, apesar de ser "meritória", a medida colocaria em risco a sustentabilidade do fundo, o que prejudicaria investimentos novos e em andamento nos setores de habitação popular, saneamento e infraestrutura urbana.
No despacho, o Planalto também alegou ser impossível atender ao pleito que beneficia um setor específico "em detrimento dos demais, impactados em maior ou menor grau pela pandemia".
A previsão de saque foi incluída pelo Congresso Nacional no projeto de conversão da Medida Provisória (925), desenhada para auxiliar o setor aéreo durante a pandemia. A lei foi sancionada pelo presidente com três vetos e está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 6.
Como revelou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a Caixa Econômica, que gere o FGTS, alertou durante a tramitação da MP que a previsão de saques teria um impacto de R$ 1,4 bilhão no fundo. Após essa manifestação, o relator da MP na Câmara, deputado Arthur Maia (DEM-BA), manteve a iniciativa no texto, mas reduziu os limites do que poderia ser sacado. Mesmo com a mudança, a liberação acabou sendo vetada por Bolsonaro.
Segundo o texto barrado, os trabalhadores do setor que tivessem os contratos suspensos em razão da pandemia poderiam fazer até seis saques mensais de no máximo três salários mínimos (R$ 3.135,00). Nos casos de redução de salários, os seis saques seriam limitados a um salário mínimo (R$ 1.045,00) por mês.
A previsão dos saques era comemorada na aviação, fortemente afetada pela crise do novo coronavírus. Uma das três grandes companhias que operam nacionalmente, a Latam vai demitir 2,7 mil pilotos, copilotos e comandantes nos próximos dias, como mostrou ontem o Broadcast.
Bolsonaro ainda vetou dois outros dispositivos relacionados ao cronograma de outorgas pagas pelas concessionárias de aeroportos ao governo federal. O texto oferece melhores condições para a reprogramação do pagamento dessas parcelas, e permitia a substituição da outorga fixa pela outorga variável. Essa troca, no entanto, foi barrada do texto.
Na justificativa, o Planalto afirmou que haveria dificuldades operacionais para viabilizar a medida, com "elevados custos regulatórios".
No mesmo tema, o presidente vetou trecho segundo o qual, em 2020, os efeitos orçamentários e financeiros da reprogramação das outorgas seriam compensados pela devolução total ou parcial de recursos transferidos para a Infraero.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Rodízio de comida japonesa do restaurante Banzai
Restaurantes do ES com rodízio de comida japonesa para ir no Dia do Sushi
Imagem de destaque
Helder Salomão perdeu ganhando e sai fortalecido das eleições no ES
Close-up de mãos segurando ampulheta
Chegou a hora de fazer uma pausa

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.