Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Efeito multiplicador

Guns N’ Roses aciona engrenagem econômica e projeta o ES no circuito global de shows

Para Luciano Machado, secretário de Estado do Turismo, além de movimentar toda a cadeia de hotelaria, alimentação, transporte, comércio e serviços, o show posiciona o Estado como destino competitivo para novas agendas globais

Publicado em 09 de Abril de 2026 às 17:11

Públicado em 

09 abr 2026 às 17:11
Pelo mercado

Colunista

Pelo mercado

Show do Guns N' Roses
Show do Guns N' Roses Crédito: divulgação
A passagem do Guns N' Roses pelo Espírito Santo, neste domingo (12), no Estádio Kleber Andrade, deve ir muito além do impacto cultural e se consolidar como um dos principais motores econômicos do período. Com a rede hoteleira da Grande Vitória operando próxima de 100% de ocupação e forte presença de turistas de fora do Estado, o evento reforça o papel estratégico do entretenimento na dinamização da economia local.
Para o secretário de Estado do Turismo, Luciano Machado, o show funciona como uma verdadeira engrenagem econômica. “Um evento desse porte movimenta toda uma cadeia: hotelaria, alimentação, transporte, comércio e serviços. Além disso, gera emprego, atrai turistas e fortalece a economia criativa, com produção de conteúdo e visibilidade para o Estado”, destaca.
Estimativas do setor indicam que entre 15% e 20% do público vem de outras regiões, como Minas Gerais e Rio de Janeiro. Esse visitante, típico do turismo de eventos, tem um gasto médio até quatro vezes maior do que o turista de lazer, permanecendo mais tempo no destino e ampliando o consumo em hospedagem, alimentação e transporte, um efeito potencializado pelo calendário, já que o show ocorre no domingo, véspera de feriado estadual - dia de Nossa Senhora da Penha, Padroeira do Espírito Santo - estimulando a extensão da estadia.
Luciano Machado, Secretário de Estado do Turismo
Luciano Machado, secretário de Estado do Turismo Crédito: divulgação
"Ainda há um ganho estratégico de longo prazo: a projeção do Espírito Santo no circuito internacional de grandes turnês. A realização bem-sucedida de eventos como esse amplia nossa visibilidade e posiciona o Estado como destino competitivo para novas agendas globais, com retorno em visibilidade muitas vezes superior ao investimento realizado”
Luciano Machado - secretário de Estado do Turismo
No entorno do estádio, a expectativa é de faturamento elevado para bares, restaurantes, postos de combustíveis e comércio em geral, mesmo em um dia tradicionalmente menos aquecido. A mobilidade também ganha protagonismo, com aumento na circulação de vans e ônibus de excursão vindos de diversas cidades, ativando o setor de fretamento e logística.
Euclério Sampaio, prefeito de Cariacica
Euclério Sampaio, prefeito de Cariacica Crédito: Vitor Jubini
O prefeito de Cariacica, Euclério Sampaio, cidade anfitriã do evento, também ressaltou a importância do show para promover o Estado e o município.
"Esse evento é muito bem-vindo. Estamos montando toda a estrutura para darmos conforto para todas as pessoas que vão frequentar a cidade e assistir ao show. Desejamos uma boa estadia a todas elas"
Euclério Sampaio - prefeito de Cariacica
A estrutura do evento mobiliza mais de 3 mil postos de trabalho diretos e indiretos, envolvendo desde montagem e operação técnica até segurança, limpeza e atendimento. O efeito multiplicador é expressivo: para cada R$ 1 investido, o retorno para a economia pode variar entre R$ 5 e R$ 8, considerando toda a cadeia impactada.
Além do impacto econômico direto, o evento também ativa o ambiente de relacionamento e negócios. A Rede Gazeta marcará presença com um lounge exclusivo no estádio, reunindo clientes em uma ação que celebra os 50 anos da TV Gazeta e reforça a conexão da marca com grandes experiências e com o mercado capixaba.

Rede Farmes: Braz Luiz Bosi (Presidente); Marcelo Frisso (Diretor de Marketing); Ariane Delevedove (Diretora Administrativa); Elder Marques (Diretor Comercial); Michella Zonta (Gestora Comercial); Victor Brito (Gestor).
Braz Luiz Bosi, Marcelo Frisso, Ariane Delevedove, Elder Marques, Michella Zonta e Victor Brito Crédito: divulgação

Rede Farmes: associativismo ganha força no varejo farmacêutico

O avanço do modelo associativista segue no centro das estratégias do varejo farmacêutico brasileiro. Não à toa, o Grupo Farmes participou de um dos principais encontros nacionais do setor, que reuniu redes, indústrias e lideranças para discutir tendências, fortalecer parcerias e alinhar caminhos de crescimento. 

Consolidado como um marco no calendário do segmento, o evento, que aconteceu entre os dias 6 e 8 de abril, funciona como ponto de convergência para decisões estratégicas e leitura de mercado. Nesse contexto, a presença da diretoria e equipe de gestão da Farmes reforçou o papel do associativismo como ferramenta de escala, competitividade e sustentabilidade para redes regionais. 

O modelo, que ganha cada vez mais relevância no país, permite maior poder de negociação com a indústria, compartilhamento de inteligência e padronização de processos, fatores decisivos em um setor marcado por margens pressionadas e alta concorrência. 

“O mais importante desses encontros é somar experiências, aprender e evoluir com grandes players do mercado farmacêutico. Seguimos acreditando que é na conexão entre redes, indústrias e lideranças que construímos um setor mais forte, colaborativo e inovador”, disse o  presidente do Grupo Farmes, Braz Luiz Bosi.

Para ele, o associativismo amplia a capacidade de inovação e resposta às mudanças no comportamento do consumidor. "Nossa participação no encontro também abre espaço para a construção de novos acordos comerciais e parcerias estratégicas, com impacto direto na operação dos associados e na experiência final do cliente", concluiu.

Tomar café em excesso pode causar insônia, ansiedade, aumento da pressão e desconfortos no estômago (Imagem: PeopleImages.com – Yuri A | Shutterstock)
Crédito: Imagem: PeopleImages.com – Yuri A | Shutterstock

Movimento que une café com eventos esportivos começa a ganhar força no Estado

No embalo do Dia Mundial do Café, celebrado na próxima terça (14), um movimento começa a ganhar força no Espírito Santo ao reposicionar a bebida para além do consumo tradicional. Cada vez mais presente em ambientes ligados ao esporte e ao bem-estar, o café passa a integrar o estilo de vida ativo do capixaba, conectando marcas a quadras de areia, pistas de corrida e até experiências radicais.

Na Grande Vitória, iniciativas envolvendo o Café Raízes mostram como essa estratégia vem sendo construída na prática. Em parceria com a Arena Dois Zero Dois, espaço voltado a modalidades como futevôlei, vôlei de praia e beach tennis, e com a Skydive ES, primeira escola de paraquedismo do Estado, a marca leva o café para dentro da experiência esportiva,  seja no tradicional “cafezinho” antes das aulas ou em ativações que acompanham até momentos de salto.

Sem um formato único, as ações se adaptam a diferentes contextos, mas seguem uma lógica comum: inserir o café como parte da jornada do consumidor. Nesse novo cenário, a bebida deixa de ser coadjuvante e passa a ocupar um espaço de convivência, pausa e socialização dentro da rotina esportiva. 

Para o analista de mercado do agronegócio Matheus Magalhães, sócio-diretor da marca, o movimento reflete uma mudança mais ampla de comportamento. “São ambientes de alta energia, conexão e experiência. O café entra de forma natural nesse ecossistema, acompanhando quem busca saúde, lazer e convivência”, afirma.

O avanço dessa estratégia também dialoga com a força da cafeicultura capixaba. O Espírito Santo é um dos principais produtores do país, com destaque para o conilon, responsável por cerca de 70% da produção nacional, além de reunir aproximadamente 60 mil propriedades rurais, majoritariamente de agricultura familiar.

Do ponto de vista de mercado, a aproximação entre café, esporte e experiências urbanas abre uma nova frente de valor, especialmente para o segmento de cafés especiais. Ao sair do ponto de venda tradicional e ocupar novos territórios, marcas conseguem fortalecer identidade, encurtar a distância com o consumidor e ampliar as possibilidades de diferenciação. 

Mais do que uma tendência pontual, o movimento sinaliza uma transformação na forma como o café é percebido, agora não só como produto, mas como parte de um estilo de vida em expansão.

Pelo mercado

Pelo mercado Pelo mercado

Formada pela PUC Campinas, entrou em A Gazeta em 1997 como repórter na editoria de Cidades, onde recebeu dois prêmios. Foi editora-adjunta de Brasil & Mundo; e editora, por 12 anos, da Revista.ag, suplemento dominical do jornal A Gazeta. Possui também MBA em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM). Antes de mudar para o Espírito Santo, atuou no jornal Correio Popular de Campinas (SP).

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Paolla Oliveira
'Vivi um tempo da minha carreira no modo sobrevivência', diz Paolla Oliveira, que estreia no terror nacional
Caso aconteceu no bairro Aeroporto
Pitbulls invadem casa, atacam coelho e deixam pai e filha feridos em Nova Venécia
Sindicato divulgou imagens que mostravam a má conservação e armazenamento dos arquivos
Incêndio em galpão do TJES ocorre 9 meses após denúncia de risco de fogo

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados