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Voto evangélico

Erick Musso ganha apoio de pastor da cúpula da Assembleia de Deus

O presidente da Assembleia Legislativa é pré-candidato ao governo do Espírito Santo

Publicado em 06 de Julho de 2022 às 10:57

Públicado em 

06 jul 2022 às 10:57
Letícia Gonçalves

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Letícia Gonçalves

Presidente da CGADB, pastor José Wellington Junior, e o presidente da assembleia legislativa, Erick Musso (Republicanos)
Presidente da CGADB, pastor José Wellington Junior, e o presidente da Assembleia Legislativa, Erick Musso (Republicanos) Crédito: Reprodução
O presidente da Assembleia Legislativa, Erick Musso (Republicanos), que é pré-candidato ao governo do Espírito Santo, parece estar levando a sério o slogan do partido, que se diz a verdadeira legenda conservadora do Brasil.
Erick divulgou, por meio de assessoria, que agora tem o apoio do Presidente da Convenção Geral das assembleias de Deus no Brasil, o pastor Wellington Júnior.
Como a Assembleia de Deus não tem uma hierarquia tão rígida quanto a da Igreja Católica, por exemplo, isso não quer dizer que Erick conte com apoio de todos os pastores e tampouco dos fiéis da denominação evangélica.
Mas é uma sinalização de que ele quer cada vez mais avançar sobre esse eleitorado. O campo conservador tem outros pré-candidatos ao Palácio Anchieta, como ex-deputado federal Carlos Manato (PL).
O governador Renato Casagrande (PSB) também flerta com esse público.
Em um vídeo, o pastor pede que os evangélicos, em especial os assembleianos do Espírito Santo, tenham “o olhar voltado” para Erick Musso. Ele solicita o mesmo aos pastores e presidentes de convenções da Assembleia. O pastor fala diversas vezes o nome de Deus. Por pouco não pede votos para o pré-candidato do Republicanos, o que ainda não pode.
Erick integra os quadros da igreja e tem uma aliança com o PSC, o Partido Social Cristão.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiária no site Gazeta Online/CBN Vitória. Em 2008, passou a atuar como repórter da rádio. Em 2012, migrou para a editoria de Política de A Gazeta, tambem como repórter. Exerceu a função de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Letícia Goncalves.

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