E o que será feito do animal, que, por óbvio, exige sempre cuidados especiais? O superintendente da PF no ES, Eugênio Ricas, diz que o equino, por enquanto, ficará com o atual dono, que foi nomeado como fiel depositário. O animal está no haras do investigado, em Santa Teresa.
“Ele não pode vender o cavalo, ele precisa manter o animal, com tratamento veterinário, mas o dono não pode vender esse animal”, explica Ricas. “Posteriormente, esse cavalo pode ser vendido, leiloado, e esse recurso virá para os cofres da União.”
A Operação Alapar cumpriu 17 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal de Vitória no Espírito Santo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.
A Justiça também expediu ordens de sequestros de imóveis e de apreensões de veículos e embarcações, além de bloqueio de valores de R$ 25,5 milhões.