Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Leonel Ximenes

Punição mais rigorosa para crimes violentos e terrorismo nas escolas

Deputado do ES apresentou projeto de lei que prevê penas de até 30 anos de reclusão para quem provocar ou infundir violência ou pânico generalizado no ambiente escolar

Públicado em 

10 abr 2023 às 10:45
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Ataque em creche de Blumenau, em Santa Catarina
Policiais fazem a proteção da creche de Blumenau (SC), onde um homem matou quatro crianças Crédito: ISHOOT/Folhapress
O deputado federal Dr. Victor Linhalis (Podemos-ES) apresentou, na Câmara dos Deputados, um projeto de lei que define os crimes de violência e terrorismo no ambiente escolar e propõe punições mais severas para essas práticas. A proposta prevê penas de até 30 anos de reclusão para quem provocar ou infundir violência ou pânico generalizado nas escolas.
De acordo com o projeto, também será considerado crime incitar a violência ou terrorismo no ambiente escolar, com pena de até oito anos de reclusão. Dar abrigo ou guarida a pessoa de quem se saiba ter praticado ou estar por praticar crime de atentado violento ou terrorista no âmbito escolar também será considerado crime, com pena de até oito anos de reclusão.
O texto do projeto de lei prevê ainda que o agente que desiste voluntariamente de prosseguir na execução e impede que o resultado do crime de atentado violento ou terrorista em âmbito escolar se produza terá a punibilidade extinta, desde que não seja reincidente de crime previsto nesta Lei.
Além disso, o condenado por crime previsto no projeto de lei só terá direito ao regime de progressão de pena após cumprimento de 4/5 (quatro quintos) do total da pena em regime fechado, sendo os crimes previstos nesta Lei inafiançáveis e insuscetíveis de graça, anistia ou indulto.
Segundo o deputado autor da proposta, o seu projeto de lei tem como objetivo combater e desestimular crimes e ameaças no ambiente escolar, práticas que têm aumentado nos últimos anos. “Isso vem causando um clima de insegurança e medo em alunos, professores e funcionários das escolas. Por isso, é necessário que haja uma legislação específica para coibir essas práticas e punir os responsáveis de forma adequada”, argumentou.
O projeto de lei ainda será discutido e votado na Câmara dos Deputados e, se aprovado, seguirá para o Senado. Se for aprovado novamente nesta Casa, será encaminhado para sanção ou veto do presidente da República. A expectativa é a de que a proposta seja avaliada pelos parlamentares nos próximos meses.

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Caminhoneiro é condenado por matar ex-companheira em Venda Nova do Imigrante
Imagem de destaque
Você sabe qual panela escolher para cozinhar? Entenda diferenças
Imagem de destaque
De portas abertas: Museu do Cais é inaugurado com grande evento; veja como foi

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados