A
Polícia Militar do Espírito Santo acaba de receber 174 escudos balísticos que servirão para proteção individual e coletiva de tropas especializadas e Forças Táticas.
Os novos equipamentos, que custaram R$ 1,13 milhão, substituirão modelos antigos que estão com validade vencida e serão destinados ao aparelhamento das novas Companhias Independentes da Polícia Militar.
Os escudos, segundo a PM, serão utilizados exclusivamente em operações de alto risco, como ocorrências com reféns, controle de distúrbios civis ou intervenções nos bailes mandelas.
Com nível III-A de proteção, os escudos têm sua estrutura construída em composto balístico de fibras de aramida e é fabricado na cidade de Mauá, na Região Metropolitana de São Paulo.
O equipamento de segurança tem peso máximo de 10kg e formato retangular com dimensões de 62 cm de largura x 1 m de altura. O campo de visão é constituído em policarbonato, também de nível de proteção balística III-A, nas dimensões 25 cm x 10 cm.
Para operar esse equipamento, o policial militar recebe treinamento específico que está delimitado no Manual de Operações de Choque da PMES e na Doutrina de Força Tática.
O escudo balístico é tão resistente que, segundo a Polícia Militar, garante a paralisação da trajetória do projétil impactado contra o equipamento (no nível III-A) e a absorção das ondas de choque resultantes - assim como de objetos que são arremessados contra o escudo.
“Isso proporciona aos nossos policiais militares mais segurança e mais eficiência, e para a sociedade capixaba uma melhor prestação de serviço em segurança pública”, destacou o comandante-geral da PM, coronel Douglas Caus.