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Leonel Ximenes

Deputado petista que deu tapa na cara de capixaba é eleito prefeito

Agressão aconteceu no final do ano passado durante sessão do Congresso Nacional

Publicado em 11 de Outubro de 2024 às 17:15

Públicado em 

11 out 2024 às 17:15
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Os deputados federais Messias Donato e Washington Quaquá
Os deputados federais Messias Donato e Washington Quaquá Crédito: Agência Câmara
O deputado do PT do Rio de Janeiro que deu um tapa na cara do deputado capixaba Messias Donato (Republicanos-ES), numa sessão do Congresso Nacional no final do ano passado, vai ficar longe do adversário a partir de janeiro. É que Washington Quaquá foi eleito prefeito de Maricá, cidade do litoral Norte fluminense, com 73,74% dos votos válidos.
Washington Luiz Cardoso Siqueira, o Quaquá, de 55 anos, é considerado “o rei de Maricá”, cidade onde já foi prefeito por dois mandatos consecutivos (2009-2016). Ele é um colecionador de polêmicas.
Vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Quaquá já reclamou publicamente da ex-presidente Dilma Rousseff, brigou em bar e até inaugurou uma estátua em homenagem a Che Guevara na cidade fluminense, bastião petista e cujo transporte coletivo é gratuito.

COMO FOI A CONFUSÃO

A confusão entre Quaquá e Messias Donato aconteceu no fim de dezembro de 2023, quando o parlamentar petista, com o celular em mãos, foi tirar satisfação com deputados da oposição que entoavam cantos chamando o presidente Lula de "ladrão". Nikolas Ferreira (PL-MG) foi chamado de "viadinho" por Quaquá e, quando Donato repeliu o petista, foi agredido.
Messias, que é aliado do prefeito Euclério Sampaio (MDB), de Cariacica, foi quem apresentou denúncia contra o parlamentar, mas a Polícia Federal (PF) já informou ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde o inquérito sobre o caso está tramitando, que os dois parlamentares cometeram o crime de injúria real, quando existe o uso de violência ou vias de fato para ofender alguém. O Código Penal prevê pena de três meses a um ano, além de multa e da pena correspondente à violência praticada.
Há cerca de 20 dias, a PF também solicitou à Suprema Corte mais prazo para concluir o inquérito e pediu que os ministros avaliassem se Donato também deveria ser investigado. A decisão do relator, ministro Cristiano Zanin, vai ao encontro da posição da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se mostrou favorável à inclusão do deputado capixaba no inquérito.

Leonel Ximenes

Iniciou sua historia em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De la para ca, acumula passagens pelas editorias de Policia, Politica, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Tambem atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 e colunista. E formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo.

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