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Leonel Ximenes

Banho da discórdia em Vila Velha: o que diz prefeitura sobre água de chafariz

PMVV garante que a água utilizada na fonte interativa do Parque da Prainha não faz mal à saúde das crianças, como afirmam algumas pessoas nas redes sociais

Públicado em 

29 abr 2024 às 03:11
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Crianças se divertem nas águas do chafariz do novo Parque da Prainha
Crianças se divertem nas águas do chafariz do novo Parque da Prainha Crédito: Adessandro Reis/Secom PMVV
Principal atração do recém-inaugurado Parque da Prainha, a chamada Fonte Interativa de Águas Dançantes tem atraído muitas crianças, mas também polêmicas. É que nas redes sociais têm surgido, nos últimos dias, depoimentos de supostas mães dizendo que seus pequenos tiveram problemas de saúde após se banharem nas águas do chafariz.
Em algumas postagens, pessoas reclamam do cheiro excessivo de cloro e até de urina na fonte interativa que tem área de 339 m² e 24 jatos automatizados. Mas teve gente também que aprovou o trabalho de manutenção da estrutura no Parque da Prainha.
A discussão ganhou tal magnitude que a Prefeitura de Vila Velha teve que se socorrer das mesmas redes sociais para negar que as águas da fonte representem algum perigo à saúde das crianças.
Segundo a secretária de Obras da PMVV, Menara Cavalcante, todo o processo de tratamento da água é acompanhado por um químico responsável de uma empresa contratada pela prefeitura.
Ela sustenta que a água da fonte interativa é tratada pela Cesan, com 1,5 ppm de cloro, e no reservatório da própria fonte recebe tratamento adicional, o mesmo utilizado para piscinas de grande uso, que recebem cloro de 3 a 4 ppm.
“Fiquem tranquilos, a água é segura, está sendo monitorada e tem cem por cento de credibilidade”, afirma a secretária, em um vídeo da prefeitura publicado no Instagram.
Na mesma postagem, Luiz Carlos Nunes, o químico prestador de serviço contratado para fazer o tratamento da água da fonte, explica o mecanismo de manutenção da estrutura hídrica.
“É uma água filtrada, que passa por um filtro de areia, de quatro a seis horas por dia. É o cloro que isenta qualquer proliferação de bactérias, fungos e germes”, pontua o especialista.
A Prefeitura de Vila Velha informa que a fonte interativa conta com uma casa de máquina com filtro na parte subterrânea e que a filtragem da água é feita diariamente, das 22h às 2h.
“A água é a mesma utilizada nas residências, ou seja, fornecida pela Cesan. O químico responsável avalia o residual livre (cloro), o PH da água, a alcalinidade, o ácido cianúrico e a dureza cálcica, garantindo assim a qualidade da água”, diz nota da PMVV enviada à coluna.

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.

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