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Mudanças na estatal

Petrobras escolhe nome de fora do ES para comandar unidade capixaba

Com a saída do gerente-geral Ricardo Morais, quem assume o cargo é o engenheiro eletrônico César Cunha de Souza

Publicado em 23 de Junho de 2020 às 05:00

Públicado em 

23 jun 2020 às 05:00
Beatriz Seixas

Colunista

Beatriz Seixas

Sede da Petrobras no Espírito Santo. Prédio da estatal fica na Reta da Penha, em Vitória
Sede da Petrobras no Espírito Santo. Prédio da estatal fica na Reta da Penha, em Vitória Crédito: Fernando Madeira
O engenheiro eletrônico César Cunha de Souza, de 43 anos, será o novo gerente-geral da Petrobras no Espírito Santo. A expectativa é que ele, que está na estatal desde setembro de 2002, assuma o cargo nos próximos dias no lugar de Ricardo Morais, que deixou o posto após três anos e oito meses no comando da unidade capixaba.
A coluna noticiou a saída de Morais no início deste mês, quando assumiu o cargo interinamente a gerente de Planejamento e Gestão no Espírito Santo, Marcela Borges. Ricardo Morais foi transferido para o Rio de Janeiro, onde assume a gerência executiva de Terras e Águas Rasas (TAR).
Assim como ele, vários outros profissionais foram transferidos ou promovidos após a saída de executivos da companhia, por meio do Plano de Desligamento Voluntário (PDV). Com a aposentadoria de diversos quadros que pertenciam à alta administração da petrolífera, foram realizadas movimentações em cerca de 10 postos em diferentes unidades da Petrobras.

CUNHA ERA RESPONSÁVEL POR PROJETOS DE INVESTIMENTOS

Nascido em Volta Redonda, no interior do Rio de Janeiro, César Cunha de Souza atuava até então como gerente-geral de contratação de Bens e Serviços para projetos de investimentos. Era responsável pela contratação para os projetos de capital da Petrobras, incluindo poços, submarinos, FPSOs (navios-plataformas), instalações onshore (em terra) e exploração.
É engenheiro eletrônico formado pela UERJ. Tem MBA Executivo pela Coppead-UFRJ e post-MBA em Valuation, também pela Coppead-UFRJ, além de especialização em gerenciamento de projetos pela PUC-RJ.
A designação de Cunha para o cargo, de acordo com a Petrobras, está seguindo o fluxo interno da companhia, ainda em curso, para aprovação. Entre os trâmites está o chamado Background Check de Integridade (BCI). Esse é um mecanismo utilizado pela estatal para o auxílio na tomada de decisão. O objetivo é aumentar a qualidade das nomeações, sem prejuízo da meritocracia.

Beatriz Seixas

Jornalista de A Gazeta, há mais de 10 anos acompanha a cobertura de Economia. É colunista desde 2018 e traz neste espaço informações e análises sobre a cena econômica

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