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Negócios

Indústria de rochas mira ampliar vendas para o mercado chinês

O Espírito Santo responde por mais de 80% das exportações de rochas do Brasil. O setor emprega cerca de 30 mil no Estado e movimenta algo perto de R$ 15 bilhões por ano

Publicado em 14 de Abril de 2025 às 03:50

Públicado em 

14 abr 2025 às 03:50
Abdo Filho

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Abdo Filho

O Brasil é o 4º maior produtor mundial e o 5º maior exportador mundial de pedras naturais
O Brasil é o 4º maior produtor mundial e o 5º maior exportador mundial de pedras naturais Crédito: CentroRochas/Divulgação
Em 2024, a indústria brasileira de rochas exportou US$ 1,26 bilhões para 125 países. O que parece ser muito diversificado, na verdade, não é. Mais da metade das vendas, 56% para ser mais exato, vão para os Estados Unidos. A China, que vem ampliando a sua fatia, segue bem atrás, com 12,3% do que é vendido pelo Brasil. Em franca urbanização e com uma transição muito forte de pessoas da pobreza para a renda média (lembrando que a China tem mais de 1 bilhão de habitantes), o mercado imobiliário chinês é um alvo importante.
A Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), está fazendo um trabalho forte de marketing e de participação em feiras de todo o mundo para desenvolver a cadeia de negócios. Entre os dias 16 e 19 de março, aconteceu a maior feira da Ásia para o setor, a China Xiamen International Stone Fair, e o resultado foi bastante interessante. A projeção de negócios para os próximos 12 meses, fechados durante o evento, chegou a US$ 32,9 milhões (R$ 194,1 milhões), mais que o dobro da expectativa registrada em 2024: US$ 14 milhões (R$ 82,6 milhões). Somente durante os quatro dias da feira, foram concretizados cerca de US$ 7,7 milhões  em negócios imediatos.
O Espírito Santo responde por mais de 80% das exportações de rochas do Brasil. O maior parque beneficiador do país está no Estado, principalmente em Cachoeiro de Itapemirim e Serra. O setor emprega cerca de 30 mil no Estado e movimenta algo perto de R$ 15 bilhões por ano. 

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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