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Tributação

Governo do ES reduz imposto em cima de carros elétricos e híbridos

Pelas contas do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Espírito Santo, a redução do ICMS deixa os veículos 5% mais em baratos

Publicado em 21 de Janeiro de 2023 às 03:59

Públicado em 

21 jan 2023 às 03:59
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho

Peugeot e-2008 GT é o terceiro carro elétrico da montadora no país
O modelo da Peugeot pode ter 80% da bateria carregada em 30 minutos se for utilizada uma estação ultrarrápida Crédito: Peugeot/Divulgação
O governo do Estado reduziu o ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado em cima em cima dos carros eletrificados (100% elétricos ou híbridos) de 17% para 12%. Assim, o Espírito Santo passa a impor a mesma alíquota já praticada pela maioria dos Estados e iguala o imposto dos eletrificados (menos poluentes) ao que é cobrado em cima dos veículos a combustão.
O decreto assinado pelo governador Renato Casagrande saiu no Diário Oficial do dia 23 de dezembro e começou a valer em 1º de janeiro, mas passou quase despercebido pelo público. Pelas contas do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Espírito Santo (Sincodives), a redução do ICMS deixou os carros híbridos e elétricos, em média, 5% mais em conta.
Assim, o governo atende, em parte, a uma demanda antiga do empresariado. O mundo ideal, na visão dos donos de concessionárias, é que o ICMS dos carros eletrificados seja mais baixo que o cobrado dos veículos a combustão.
Houve muita resistência na Fazenda porque a redução do ICMS beneficiaria principalmente os mais ricos, já que os eletrificados são mais caros. Mas a questão ambiental, que ganhou muito espaço nos últimos tempos (Casagrande preside o Consórcio Brasil Verde) pesou e o corte foi feito.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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