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Educação

Prouni passa a aceitar estudantes de escola privada sem bolsa integral

Medida provisória também abre caminho para retorno de instituições descumpridoras das regras ao programa

Publicado em 07 de Dezembro de 2021 às 10:53

Agência FolhaPress

Publicado em 

07 dez 2021 às 10:53
O presidente Jair Bolsonaro (PL) editou medida provisória nesta segunda-feira (6) ampliando acesso de alunos egressos de escolas privadas no Prouni (Programa Universidade para todos). Hoje podem participar quem estudou em escola pública e quem fez ensino médio em escola particular com bolsa integral.
De acordo com o Palácio do Planalto, a medida vai ampliar o acesso para estudantes pagantes ou que tiveram bolsa parcial. A medida provisória altera duas leis que versam sobre o Prouni (11.128 e 11.096, ambas de 2005). O texto será publicado no Diário Oficial da União de terça-feira (7).
Segundo o Planalto, o objetivo é "ampliar as políticas de inclusão na educação superior, diminuindo a ociosidade na ocupação de vagas antes disponibilizadas e promover o incremento de mecanismos de controle e integridade e a desburocratização."
Estudo para concurso público
Estudo para concurso público Crédito: Pixabay
Outra novidade é a dispensa pelo MEC (Ministério da Educação) de apresentação de documento que comprove renda familiar mensal bruta pelo estudante e comprovante de situação de pessoa com deficiência, quando essas informações já estiverem presentes em bancos de dados do governo.
A nota do Planalto também diz que a MP vai alterar a reserva de cotas destinadas a negros, povos indígenas e pessoas com deficiência, mas não fica claro de que forma isso acontecerá.
Nas regras atuais do programa, ficam reservadas bolsas a essas pessoas no porcentual igual ao que são apresentados no último censo do IBGE, por unidade da federação.
O Prouni oferece bolsas integrais e parciais para candidatos que comprovarem renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo e 3 salários mínimos, respectivamente.
Só podem se inscrever estudantes que não possuam diploma de ensino superior e que tenham feito a prova do Enem. É preciso ter obtido, no mínimo, 450 pontos e não ter tirado nota zero na redação.

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