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Coronavírus

Pfizer anuncia que vacina é segura e atinge 95% de eficácia

A conclusão foi extraída da terceira fase de testes da droga, elaborada em parceria com a empresa alemã BioNTech

Publicado em 18 de Novembro de 2020 às 11:28

Redação de A Gazeta

Publicado em 

18 nov 2020 às 11:28
Cientistas estudam vacina contra Covid-19
Cientistas estudam vacina contra Covid-19 Crédito: Artem Podrez/ Pexels
A farmacêutica Pfizer anunciou nesta quarta-feira (18) que a sua vacina contra a Covid-19 é segura e tem 95% de eficácia.
A conclusão foi extraída da terceira fase de testes da droga, elaborada em parceria com a empresa alemã BioNTech.
Anteriormente, a farmacêutica já havia divulgado, baseando-se em resultados preliminares, que a vacina havia atingido 90% de eficácia.
Segundo a Pfizer, a vacina previne as formas mais leves e graves da Covid-19. Até o momento, a droga também manteve praticamente a mesma taxa de eficácia para idosos, chegando a 94%.
O próximo passo será um pedido de autorização de emergência para FDA (Food and Drugs Administration), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos. A Pfizer disse que isso será feito em "alguns dias".
Se as informações da Pfizer se confirmarem, o desenvolvimento da vacina quebrará todos os recordes de velocidade, pois é um processo que geralmente leva anos.
"Os resultados do estudo marcam um passo importante nessa jornada histórica de oito meses para apresentar uma vacina capaz de ajudar a acabar com essa pandemia devastadora", disse, em comunicado, o Dr. Albert Bourla, presidente-executivo da Pfizer.

NEGOCIAÇÃO COM O BRASIL

Nesta terça (17), o presidente da Pfizer no Brasil, Carlos Murillo, disse que a empresa tem avançado nas negociações com o Ministério da Saúde e que, caso um acordo seja fechado, poderia disponibilizar vacinas já no primeiro trimestre de 2021.
A declaração ocorreu na saída de uma reunião na sede da pasta, em Brasília. "Estamos otimistas de que vamos a chegar a um bom entendimento", afirmou.
Segundo ele, as conversas com a pasta foram retomadas na última semana, após dados divulgados pela empresa apontarem que a vacina apresentou mais de 90% de eficácia na análise preliminar dos testes da fase três -a última etapa de estudos.
Os resultados, no entanto, ainda são parciais e não correspondem à conclusão do ensaio clínico, em andamento também no Brasil. Ainda assim, os números levaram a empresa a retomar o diálogo com a pasta.
Questionado, Murillo não informou o número de doses em negociação, mas afirma que a oferta apresentada "permitiria vacinar alguns milhões de brasileiros no começo de 2021".
Segundo ele, caso haja conclusão dos estudos nos prazos previstos, a vacina pode estar disponível nos Estados Unidos e no Canadá em dezembro. No Brasil, o prazo mais otimista, diz, prevê possibilidade de oferta em janeiro.

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