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Contra o coronavírus

Neymar promove campanha de doação para favelas do Brasil

Além de Neymar, o surfista Gabriel Medina, o jogador de vôlei Bruninho, Luciano Huck, Thiaguinho e Rafael Zulu fazem parte da campanha para doar cestas básicas e produtos de higiene para famílias moradoras de favelas em São Paulo

Publicado em 28 de Março de 2020 às 09:45

Redação de A Gazeta

Publicado em 

28 mar 2020 às 09:45
Neymar
Neymar promove campanha de doação para favelas do Brasil Crédito: AP
Neymar, atacante do Paris Saint-Germain, se juntou a outras celebridades em uma campanha contra o coronavírus. O astro brasileiro vai doar cestas básicas e produtos de higiene para famílias que moram nas favelas de São Paulo, uma das áreas mais vulneráveis durante a pandemia de covid-19.
"A solidariedade deve ser mais contagiosa que o vírus", disse Neymar em sua conta nas redes sociais. Além dele, o surfista Gabriel Medina, o jogador de vôlei Bruninho, Luciano Huck, Thiaguinho e Rafael Zulu fazem parte da campanha.
Várias associações se organizaram para criar a iniciativa "UniaoSP" com o objetivo de prevenir "uma crise humanitária nas comunidades mais vulneráveis do estado de São Paulo como consequência da expansão do coronavírus". São Paulo é a região mais atingida no Brasil, com 68 dos 92 mortos no País por covid-19 e 1.223 dos quase 3.500 que testaram positivo para o vírus em apenas um mês, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira.
"Mais do que nunca precisamos se preocupar com todos", disse o surfista Gabriel Medina no Instagram. "Que as pessoas pensem mais nos outros em um momento de tanta angústia, incerteza e sofrimento. Nós não estamos capturando estamos doando nossos próprios recursos e mobilizando amigos e família ", comentou o apresentador Huck.
As favelas brasileiras se tornaram uma das mais vulnerável ao coronavírus devido à alta densidade populacional e à falta de infraestrutura nas comunidades. Algumas sequer têm água corrente. Além disso, uma parte significativa de sua população trabalha no mercado informal, seriamente afetado por quarentenas decretadas em alguns estados do Brasil para tentar conter a disseminação do coronavírus.

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