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Rio de Janeiro

Ex-governador do RJ, Cláudio Castro é alvo de operação da PF

PF também mira Ricardo Magro, dono da Refit, apontado como devedor contumaz do ramo de combustíveis; Justiça determinou o bloqueio de R$ 52 bilhões em ativos financeiros

Publicado em 15 de Maio de 2026 às 08:52

Agência FolhaPress

Publicado em 

15 mai 2026 às 08:52
BRASÍLIA E RIO DE JANEIRO - A Polícia Federal cumpre, nesta sexta-feira (15), mandados de busca e apreensão contra Cláudio Castro (PL), ex-governador do Rio de Janeiro, que também tem como alvo Ricardo Magro, dono da refinaria Refit.
Magro vive fora do Brasil e foi determinada a inclusão de seu nome na lista vermelha da Interpol.
A decisão é do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). O advogado de Castro, Carlo Luchione, diz que ainda não tem conhecimento da motivação da operação. Magro foi procurado por meio da assessoria de imprensa, mas não se manifestou até o momento da publicação desta reportagem.
O vice-governador do RJ, Cláudio Castro
Cláudio Castro elegeu-se em primeiro turno para governador do Rio de Janeiro Zô Guimarães/Folhapress
A Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros.
Segundo a PF, a operação, chamada de Sem Refino, apura "atuação de conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior".
A investigação é sobre suspeitas de fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação de refinaria.
Magro é dono da Refit (Refinaria de Manguinhos), investigada nas operações Carbono Oculto e Cadeia de Carbono, deflagradas no ano passado contra sonegação de impostos na importação da gasolina e fornecimento de combustíveis para postos de gasolina do PCC.
Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. Um dos afastamentos é de um desembargador do Tribunal de Justiça do Rio.
A decisão foi tomada por Moraes por conexão com a chamada ADPF das Favelas, ação que trata de relação de organizações criminosas com agentes públicos no Rio de Janeiro.

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