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Prorrogação do auxílio

Bolsonaro faz aceno ao Congresso e chama Maia e Alcolumbre para viagem

Os presidentes da Câmara e do Senado participaram de cerimônia no Palácio do Planalto da prorrogação do auxílio emergencial, que terá mais dois meses de validade

Publicado em 01 de Julho de 2020 às 09:27

Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 jul 2020 às 09:27
Reunião de Jair Bolsonaro, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre com governadores sobre o projeto de socorro aos Estados
Jair Bolsonaro, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre em reunião com governadores Crédito: TV Brasil/Reprodução
O presidente Jair Bolsonaro fez novos gestos nesta terça-feira (30) ao Congresso Nacional e convidou os chefes do Legislativo, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), para acompanhá-lo em uma futura viagem presidencial pelo interior do Brasil.
Os presidentes da Câmara e do Senado participaram nesta terça (30) de cerimônia no Palácio do Planalto da prorrogação do auxílio emergencial, que terá mais dois meses de validade e pagará, nesse período, um total de R$ 1.200 a cada beneficiário.
Durante o ato no Palácio do Planalto, Bolsonaro disse que a presença de Maia e Alcolumbre é um sinal de que, juntos, "podemos fazer muito pela nossa pátria".
A relação de Bolsonaro com o Legislativo foi marcada nos últimos meses por diversos atritos, mas o mandatário tem buscado recentemente uma reaproximação com os parlamentares.
Em outro aceno a Maia e a Alcolumbre, Bolsonaro disse na cerimônia desta terça que, na próxima semana, irá ao Congresso para sancionar um projeto de autoria do governo que, entre outros pontos, aumenta a validade da carteira de motorista para 10 anos.
"Se Deus quiser outros momentos teremos juntos para o bem de todos nós", declarou o mandatário.
Bolsonaro também convidou os presidente da Câmara e do Senado a assinar o decreto presidencial que estabelece a prorrogação do auxílio emergencial, numa nova demonstração de união entre os chefes dos dois poderes.
O tom de moderação adotado pelo presidente faz parte de uma estratégia de Bolsonaro para tentar diminuir o desgaste do governo e proteger os filhos.
Nas duas últimas semanas, marcadas por operações policiais contra alvos próximos à sua família, o mandatário recuou em conduta agressiva e fez gestos de pacificação ao Judiciário e ao Legislativo.
A mudança de postura -ao menos por enquanto- ocorreu após pelo menos dois integrantes da equipe ministerial terem recomendado ponderação ao presidente: Fernando Azevedo (Defesa) e Fábio Faria (Comunicações).

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