Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Após pai ser chamado de ‘golpista’, filha de Temer reafirma voto em Lula
Eleições 2022

Após pai ser chamado de ‘golpista’, filha de Temer reafirma voto em Lula

Militante de direitos humanos e advogada, Luciana Temer disse que defende um "modelo de sociedade" no qual não cabe um governo de Bolsonaro (PL); na sexta, durante debate na Globo, Lula chamou Temer de "golpista"

Publicado em 29 de Outubro de 2022 às 14:33

Agência Estado

Publicado em 

29 out 2022 às 14:33
Michel Temer, ex-presidente da República
Para Temer, " o que aconteceu no Brasil foi um golpe de sorte", disse Crédito: Agência Brasil | Arquivo
A filha do ex-presidente Michel Temer (MDB), Luciana Temer, voltou a afirmar voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Presidência neste sábado (29), depois de o petista chamar seu pai de "golpista" durante o debate da Rede Globo. Militante de direitos humanos e advogada, Luciana disse que defende um "modelo de sociedade" que, segundo ela, não é possível em um governo de Jair Bolsonaro (PL).
"Eu não defendo um homem, defendo um modelo de país, defendo um modelo de sociedade que não é possível, definitivamente, com um governante que desrespeita as instituições, que é favorável a crianças não frequentarem a escola, que é favorável ao armamento das pessoas e que tem falas e atitudes machistas, racistas e homofóbicas", disse ela em vídeo publicado no Instagram.
Na legenda, ela alegou que muita gente perguntou se ela manteria o voto em Lula, "apesar dos ataques descabidos que o PT faz contra ele". "Não é definitivamente este país que quero deixar para os meus filhos e meus netos, aliás, não é um país que eu quero para mim. Por isso, eu voto 13?, declarou.
Durante o debate desta sexta-feira, 28, na Rede Globo, o candidato petista disse que Bolsonaro "recebeu o governo de um golpista chamado Michel Temer", indicando que o ex-presidente teria tomado o lugar de Dilma Roussef (PT). Lula ainda acusou Bolsonaro de apoiar o suposto golpe e mencionou o discurso do rival na ocasião do voto pelo impeachment, no qual o então deputado federal homenageou o torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi, órgão de repressão da ditadura.
Em entrevista ao jornal O Globo, Michel Temer chamou Lula de "descompensado" pela declaração. "Estou recebendo muitas mensagens aqui de gente que dizia que iria votar nele e não vai mais votar por causa disso. Muita gente do MDB está me mandando mensagem dizendo isso. Mas, coitado, não posso culpar ele. Às vezes, a pessoa está em um debate e diz coisas assim", disse o ex-presidente. 

Temer responde a Lula: "Foi um golpe de sorte"

Neste sábado (29), o ex-presidente Michel Temer (MDB) voltou a responder Lula com uma ironia. "Na verdade o que aconteceu no Brasil foi um golpe de sorte, pois recuperamos o País da maior recessão da sua história", afirmou o emedebista ao Estadão/Broadcast.
Lula e Temer chegaram a ensaiar uma aproximação no 1º turno por meio de interlocutores, mas as declarações duras do petista explodiram pontes. Após apoiar a senadora Simone Tebet (MDB-MS) no 1º turno, Temer chegou a conversar com Jair Bolsonaro (PL), mas preferiu se manter neutro.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Democrata GV x Vitória-ES, pela Série D do Brasileirão 2026
Vitória perde novamente e encerra primeiro turno fora do G-4 na Série D
Eduardo Barbosa de Oliveira foi condenado a sete anos em regime semiaberto por furto milionário a banco na Praia do Canto
Ex-gerente que furtou R$ 1,5 milhão de banco agride sogra e acaba esfaqueado em Vitória
Francisco Martínez Berdeal foi reconduzido ao cargo de Procurador-Geral de Justiça (PGJ) do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES) para o biênio 2026–2028.
Berdeal promete gestão mais tecnológica e próxima da sociedade no MPES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados