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Contra o coronavírus

Anvisa diz não ter recebido pedido para pesquisa ou registro de vacina russa

A Rússia anunciou que concedeu a primeira aprovação regulatória do mundo para uma vacina contra a Covid-19, que foi chamada de Sputnik V

Publicado em 11 de Agosto de 2020 às 16:39

Redação de A Gazeta

Publicado em 

11 ago 2020 às 16:39
Vacina CoronaVac começou a ser testada nesta terça-feira (21) no Brasil
Vacina russa apresenta evolução, segundo o governo local Crédito: Retha Ferguson/ Pexels
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou nesta terça-feira (11) que ainda não foi procurada pelo laboratório russo que desenvolveu a vacina contra o novo coronavírus e que, portanto, não recebeu pedidos para autorização de pesquisa ou registro da vacina.
A Rússia anunciou nesta terça que concedeu a primeira aprovação regulatória do mundo para uma vacina contra a Covid-19, que foi chamada de Sputnik V para os mercados estrangeiros.
A aprovação foi dada pelo Ministério da Saúde do país à imunização produzida pelo Instituto Gamaleia de Moscou após menos de dois meses do início dos testes em humanos, segundo afirmou o presidente russo, Vladimir Putin.
Autoridades russas anunciaram que países latino-americanos começam a produzir a vacina em novembro. O estado do Paraná também anunciou acordo com a Rússia para a produção da vacina.
"Até o momento o laboratório russo responsável pelo desenvolvimento da vacina não apresentou nenhum pedido de autorização de protocolo de pesquisa ou de registro da vacina para a Anvisa", afirmou a agência por meio de nota.
"A análise da Anvisa começa a partir da solicitação do laboratório farmacêutico. Desta forma, não é possível para a Agência fazer qualquer avaliação ou pronunciamento em relação a segurança e eficácia deste produto antes que tenha acesso a dados oficiais apresentados pelo laboratório."
A agência também afirma que, desde o início da pandemia, tem dado prioridade para a avaliação de medicamentos de combate à Covid-19. As solicitações de autorização de estudo clínico, argumenta o órgão, tem sido avaliadas em um prazo de 72 horas.
A Anvisa também explica que os medicamentos ou vacinas passam por três etapas: desenvolvimento exploratório, pesquisa pré-clínica, pesquisa clínica (uso em humanos) e registro. Após o registro, a vacina é então monitorada no período pós-mercado.

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