Publicado em 8 de fevereiro de 2021 às 11:27
- Atualizado Data inválida
O álcool em gel foi o primeiro a dar as caras nos condomínios, ainda no início da pandemia, geralmente em display ao lado do elevador. Depois, moradores ou frequentadores dos prédios começaram a perceber uma rotina incomum e mais frequente da limpeza das áreas por onde todos passam. >
Quase um ano depois da primeira morte pelo novo coronavírus no Brasil, as armas para enfrentar a Covid-19 se multiplicaram e vale tudo para conter a doença que já matou mais de 229 mil pessoas no país.>
As novidades em higienização são muitas e prometem dar cabo ou, pelo menos, atenuar o risco de contaminação. Um exemplo é o tapete sanitizante, parte recheada com substância desinfectante, parte pronta para enxugar os calçados. Em prédios onde síndicos são ainda mais cautelosos, tornou-se costumeiro o uso de produtos hospitalares para fazer a limpeza total de áreas comuns.>
Durante a pandemia, o comércio pela internet se intensificou. São embalagens diversas que passam pela portaria e, como forma de prevenção, alguns condomínios passaram a usar bastão com lâmpada UVC, cujos raios atacam o vírus. Outra arma são as folhas adesivas de cobre, que são instaladas em locais onde as pessoas colocam as mãos com frequência, como as maçanetas.>
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Segundo Silvia Lopes, gerente de condomínio do Grupo Graiche, o impacto financeiro da adoção de tantas medidas contra a Covid-19 é relativamente pequeno. "O aumento com produtos de limpeza e equipamentos de proteção é de 15% a 20%. No fim, no orçamento como um todo, dá em torno de 1% a 1,5%", diz.>
Silvia explica também que, além da higienização, é preciso estar atento às regras básicas de distanciamento social, como evitar aglomeração em áreas comuns. E, claro, não abandonar a máscara de proteção.>
O síndico Gilberto Haider, do Condomínio Saint James, no Panambi, comprou tapetes sanitizantes para dar mais segurança os moradores de 46 apartamentos. "Tínhamos uma verba de manutenção e usamos parte para isso", afirma.>
Haider conta também que sempre teve a colaboração de todos os moradores. "A adaptação foi fácil e não houve nenhuma reclamação. É uma questão de segurança, não de gostar ou não. O prédio tem pessoas de idade e que devem ser bem cuidadas", explica.>
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